Os indígenas foram obrigados a ter seus cursos suspensos para proteger a saúde e a vida, com objetivos de frear o contágio da covid-19 em território indígena.

No último dia 09/09 foi realizado uma reunião na comunidade Mafi com os cursistas do Projeto Pirayawara, que por motivo da pandemia da Covid – 19, apenas uma etapa foi concluída.
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) estava representada por Gilce França, professora e Articuladora do Departamento de Educação e Patrimônio Cultural pela região da Coordenadoria das Associações Indígenas do Médio e Baixo Rio Negro (CAIMBRN), Anildo, Professor e coordenador Escolar Indígena pela SEMED do município de Santa Isabel do Rio Negro, juntamente com as lideranças, Carlos Nery, Coordenador da Caimbrn e Vamberto Plácido Rodrigues, Presidente da Associação das Comunidades Ribeirinhas (ACIR).
O objetivo da reunião foi pegar assinaturas dos cursistas, para que a SEMED dê continuidade ao magistério Indígena na Região da Associação das Comunidades Indígenas do Baixo Rio Negro (ACIBRN).
A pandemia da covid-19 mudou tudo, a forma de ensinar, de aprender, de planejar, as formas de se relacionar, desse modo os indígenas foram obrigados a ter seus cursos suspensos. Para proteger a saúde e a vida, foi decretado o fechamento das escolas e a suspensão das aulas. Essas recomendações foram baseadas em órgãos de vigilância sanitárias nacionais e internacionais, com objetivos de frear o contágio da covid-19 em território indígena. Foi vivenciados momentos de incertezas, mudanças de políticas educacionais em que se perderam recursos que obrigaram a população refletirem vários aspectos relacionados ao controle, vigilância, valorização de profissionais da educação, e infraestrutura das escolas.

Deixe um comentário