Tag: Associações de Base

  • Dário Baniwa é eleito Diretor presidente da Foirn na XVII Assembleia Geral Ordinária Eletiva

    Dário Baniwa é eleito Diretor presidente da Foirn na XVII Assembleia Geral Ordinária Eletiva

    Lideranças se reuniram para fazer valer a democracia no movimento indígena, elegendo o diretor presidente para a gestão de 2024 a 2028.

    Nesta sexta-feira, 28/06, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu lideranças representantes de diferentes associações para avaliar, discutir e eleger o diretor presidente durante a XVII Assembleia Geral Ordinária Eletiva da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), realizada no auditório do Instituto Federal do Amazonas, Campus São Gabriel – AM.

    Os cinco diretores eleitos, reeleitos e reconduzidos durante as assembleias eleitorais nas coordenadorias regionais colocaram-se à disposição para concorrer ao cargo de presidência da FOIRN na gestão de 2024 a 2028.

    Comissão Eleitoral formada pela Assessoria Jurídica da FOIRN, as instituições parceiras: COIAB, FAS e Diocese de São Gabriel da Cachoeira.

    Cada candidato teve a oportunidade de apresentar suas propostas e convencer as delegações no tempo de cinco minutos, mostrando seus objetivos, metas e anseios para dar continuidade e lutar para melhorar a representatividade do movimento indígena do Rio Negro através desta tão renomada organização e suas associações de base.

    Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.

    “Quero antes de tudo pedir aos senhores que estão aqui presentes, vamos respeitar essa nossa maior organização que temos aqui. Disponho o meu nome para que vocês decidam. Todos nós somos diretores desta instituição, seja qual for a posição em que vou ficar, portanto temos um instrumento a seguir nesta gestão com apoio de cada um de vocês”. Edison Gomes Baré – Diretor de referência da CAIBARNX.

    “Tenho uma militância no movimento indígena desde 1994. Tenho participado na militância da minha associação de base e da CAIMBRN. A minha história no movimento indígena não está somente no médio rio negro, mas sim em toda a região do Rio Negro, pois participei de todos os níveis das instâncias de decisão da FOIRN. Com essa experiência e vivência, coloco-me à disposição como candidato à presidência da FOIRN, valorizando sempre a classe da juventude. Tenho sempre incentivado a juventude na coordenadoria: são todas mulheres jovens prontas a contribuir. Não tenho dúvidas de que vocês, mulheres e jovens, terão o meu apoio. Quem quer ser presidente precisa assumir toda a FOIRN, não apenas a sua coordenadoria. Quero manter o patamar em que a FOIRN se encontra hoje e as parcerias e apoiadores que a FOIRN tem”. Carlos Neri Piratapuya – Diretor de Referência da CAIMBRN.

    Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.

    “Eu faço parte do movimento indígena iniciado pela minha associação de base, fui 2º secretário da AMIRT e articulador da juventude no departamento DAJIRN. Quero cumprir o estatuto e precisamos fortalecer as mulheres e a juventude. Desejo dialogar bastante com as coordenadorias, para que na próxima eleição possamos trazer mais jovens para a plenária. O sangue que carrego é de grandes lideranças ancestrais”. Hélio Gessem Tukano – Diretor de Referência da DIAWI’Í.

    Foto: Kamikia Kisedje.

    “A minha coordenadoria me disponibilizou para seguir com a FOIRN junto à diretoria sendo reconduzido para essa gestão, para representar o movimento indígena do Rio Negro como um todo nacionalmente e internacionalmente. Para isso, precisamos manter essa estrutura, valorizando a cultura, junto com as lideranças. Quero convidar os jovens e mulheres para fortalecer, junto ao nosso movimento, com parcerias institucionais e também contando com os financiadores que são apoiadores desta causa. Que as nossas associações possam ser potencializadas, que possamos garantir a autonomia e fortalecer o controle social, serei um diretor presidente aberto para diálogo. Na prática, precisamos mostrar que a FOIRN vai continuar sendo essa representação importante”. Dario Baniwa – Diretor de referência da Nadzoeri.

    Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.

    “Sou diretora reeleita na minha coordenadoria, me apresento como candidata à presidência da FOIRN, e me coloco à disposição. Ser uma mulher indígena não é fácil, conto com o voto de jovens, mulheres e homens. Estou preparada para dar continuidade à FOIRN e lutar pela melhoria desta instituição, tendo em vista a minha experiência representando a instituição nacional e internacionalmente durante a gestão atual”. Janete Alves Dessana – Diretoria de referência da CODI.

    Os delegados votaram seguindo a ordem da Comissão eleitoral, e o resultado ficou da seguinte maneira:

    Diretor Presidente: Dario Baniwa

    Diretora Vice Presidente: Janete Alves Dessana

    Diretor 1º Suplente: Carlos Neri Piratapuya

    Diretor 2º Suplente: Hélio Gessem Tukano

    Diretor 3º Suplente: Edison Gomes Baré

  • V ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA| Revisão do Estatuto Social da FOIRN para atender Necessidades Atuais da região do Rio Negro

    V ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA| Revisão do Estatuto Social da FOIRN para atender Necessidades Atuais da região do Rio Negro

    A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), reuniu 150 delegados com o poder e voz, esses foram escolhidos durantes as assembleias eletivas regionais nas cinco coordenadorias, representando suas associações de bases e comunidades indígenas e, além deles, os participantes, convidados e colaboradores estiverem presente na V Assembleia Geral Extraordinária, com o objetivo de revisar e atualizar o estatuto social da organização que são passos fundamentais para garantir que a estrutura organizacional esteja alinhada com as necessidades atuais das associações indígenas de base do Rio Negro.

    GT CAIMBRN. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.

    Durante a Assembleia houve apresentação das Propostas de alterações que foi feita por cada coordenadoria apresentando suas propostas de alterações e mudanças ao estatuto. Essas propostas vão abranger diversos aspectos, como objetivos da organização, estrutura organizacional, direitos e deveres dos associados, processos eleitorais, entre outros.

    GT DIAWI’Í. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.

    A Análise das Propostas foram discutidas detalhadamente pelos representantes das associações indígenas presentes na assembleia. Foi essencial garantir que todas as vozes sejam ouvidas e que houve espaço para esclarecer dúvidas e debater as implicações de cada proposta.

    GT CAIBARNX. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.

    Após as discussões, as propostas foram votadas para aprovação por delegados presentes na plenária. Foi muito importante que o processo de votação tenha sido feito com transparência e democracia, respeitando os procedimentos estabelecidos no atual estatuto e nas regras da assembleia.

    GT COIDI. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.

    Redação do Novo Estatuto foi designada a assessoria jurídica que é responsável pela redação. Esta equipe garantiu que todas as mudanças aprovadas sejam incorporadas de forma coesa e consistente, seguindo as diretrizes legais e organizacionais pertinentes.

    GT NADZOERI. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.

    Após a consulta final e eventuais ajustes, o novo estatuto foi ratificado oficialmente pela V Assembleia Geral Extraordinária da FOIRN. A implementação das novas diretrizes e procedimentos entra em vigor conforme estabelecido no próprio estatuto.

    A participação do DSEI – ARN

    A FOIRN garante que o processo seja transparente e inclusivo, com participação efetiva das lideranças eleitas representantes de suas associações de base na tomada de decisões para assegurar que o novo estatuto esteja em conformidade com a legislação vigente e que seja consistente com os princípios e valores da FOIRN.

    Saiba mais detalhes no canal oficial da FOIRN no Youtube @foirn

  • Encontro de Lideranças Indígenas do Rio Negro: Fortalecendo a Luta da Amazônia Brasileira

    Encontro de Lideranças Indígenas do Rio Negro: Fortalecendo a Luta da Amazônia Brasileira

    A FOIRN promoveu um evento no auditório Wayuri do IFAM-Campus SGC para discutir os avanços, desafios e perspectivas do movimento indígena da região do Rio Negro.

    Hoje, dia 25 de junho, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) promoveu o Encontro de Lideranças do Rio Negro, um evento fundamental para a avaliação dos avanços, desafios e perspectivas do movimento indígena da região. Este encontro está sendo realizado no auditório Wayuri do Instituto Federal do Amazonas, localizado no campus de São Gabriel da Cachoeira.

    Líderes e representantes das coordenadorias e associações de base representando as comunidades indígenas estão reunidos para compartilhar experiências, discutir estratégias e fortalecer a união em prol dos direitos e do desenvolvimento sustentável das populações indígenas do Rio Negro. A troca de conhecimento e a construção de diálogos construtivos são elementos essenciais para o fortalecimento da luta indígena, e este encontro representa um importante marco nesse processo.

    As 150 Lideranças e delegados junto às representações de instituições parceiras indígenas e apoiadores, estiveram presentes desde a cerimônia de abertura iniciou com uma dança tradicional de abertura de Dabucury apresentado pelo grupo de dança da comunidade Itaquatiara mirim, Cacique Luiz Laureano Baniwa, toda a programação foi mediada por Edison Baré e Hélio Tukano, ambos são diretores eleitos para a nova gestão de 2024 a 2028.

    A linha do tempo da FOIRN contada por duas importantes lideranças Renato Matos e Maximiliano Menezes ambos do povo Tukano e já foram diretores das gestões anteriores da Organização, esse momento foi destacado com a importância histórica da FOIRN desde sua fundação em 1983, quando conseguiu aprovar seu estatuto social, apesar das diversas alterações que o estatuto sofreu ao longo dos 37 anos.

    Trabalhos em Grupo por coordenadoria

    Nos Desafios e Conquistas foram mencionadas dificuldades iniciais das lideranças para se deslocarem por falta de recursos, além de desafios políticos internos enfrentados pela FOIRN ao longo do tempo, porém com o avanço da incidência política no movimento indígena do Rio Negro, a estrutura e reconhecimento da Federação cresceu e se tornando uma das organizações exemplar a nível regional, estadual, nacional e internacional.

    Graças a parcerias e apoios, o evento conta com a participação de parceiros de instituições e organizações indígenas da Amazônia brasileira.

    “Essa organização surgiu para unir os povos do Rio Negro, com lideranças que não negociam em nome dos parentes, o verdadeiro líder não se vende e se se sacrifica pelo seu povo. Precisamos que as lideranças natas defendam seus povos e causa em qualquer lugar e não pular para outro lado contra e criticando a FOIRN”. Disse Marivelton Baré – Diretor presidente da FOIRN.

    Renato Matos destaca que a trajetória da FOIRN está intimamente ligada aos fatores políticos internos que influenciam o movimento. Um desses aspectos mencionados por ele é a valorização das músicas tradicionais adaptadas. Isso sugere que as mudanças políticas dentro da FOIRN e outras organizações indígenas não apenas moldam suas estratégias e direções, mas também têm impacto nas práticas culturais, como a música.

    Maximiliano Menezes, ao lembrar das primeiras mobilizações feitas pelos povos tukanos do rio Tiquié, proporcionou uma visão de linha do tempo da FOIRN desde sua fundação até os dias atuais, comparando os avanços ao longo dos 37 anos de existência da organização.

    Esse tipo de retrospectiva histórica é fundamental para entender a evolução do movimento indígena no Rio Negro e o papel significativo que a FOIRN desempenhou nesse processo. Ao longo desses anos, a FOIRN enfrentou uma série de desafios e conquistas, moldando-se e adaptando-se às necessidades das associações de base e comunidades indígenas da região.

    Essa comparação ao longo do tempo não apenas destaca os marcos alcançados, como a fundação e eventuais mudanças estruturais da organização, mas também pode refletir sobre os desafios persistentes e as aspirações futuras das comunidades indígenas do Rio Negro, especialmente em um contexto de mudanças políticas e ambientais significativas na Amazônia brasileira.

    Para mais detalhes assista a transmissão ao vivo gravada no canal oficial da FOIRN no endereço @foirn.

  • Agenda de Transição da CAIMBRN em Santa Isabel do Rio Negro – AM

    Agenda de Transição da CAIMBRN em Santa Isabel do Rio Negro – AM

    Equipe técnica da FOIRN e lideranças participam da Agenda de Transição da CAIMBRN em Santa Isabel do Rio Negro – AM.

    No período de 19 a 21 de junho de 2024, no município de Santa Isabel do Rio Negro, foi realizado os  trabalhos da Agenda de Transição da Coordenadoria das Associações Indígenas do Médio e Baixo Rio Negro (CAIMBRN), o objetivo principal foi discutir, planejar e organizar a equipe eleita para a nova gestão de 2024 a 2028.

    Gicely Baré – Coordenadora do Departamento de Comunicação da FOIRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN

    Trabalho inédito de transição da diretoria da coordenadoria e diretor de referência da CAIMBRN, uma das cinco coordenadorias regionais da Federação das Organizações Indígena do Rio Negro (FOIRN), com a finalidade de assegurar uma passagem de responsabilidade eficiente, garantindo a continuidade e o desenvolvimento das atividades e projetos em andamento, além de promover a integração e colaboração entre a equipe atual e os recém-eleitos que vão atuar desde uma parte do Município de São Gabriel da Cachoeira, nas áreas de Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos.

    Destacamos que o coordenador regional recém-eleito, Marcos Zedan Catarine indígena do povo Baré, é o segundo mais novo na história CAIMBRN, com apenas 20 anos de idade, natural do município de São Gabriel da Cachoeira, atualmente reside no município de Santa Isabel do Rio Negro, no qual vai assumir essa responsabilidade. A sua trajetória iniciou em 2021 como serviços gerais e atualmente como assistente administrativo na coordenadoria, essa nova função representa uma nova era de liderança jovem na região, trazendo consigo energia, entusiasmo e uma perspectiva aprazível.

    O compromisso e o empenho de Marivelton Baré, liderança que começou a sua trajetória no movimento indígena no médio Rio Negro, na associação de base ACIMRN, são evidentes em todas as suas ações em prol do movimento indígena. Sua liderança inspiradora e dedicada tem sido fundamental para promover a conscientização e a defesa dos direitos das comunidades indígenas ao longo dos anos.

    Como diretor presidente e figura de referência na região, Marivelton Baré tem implementado projetos inovadores e desempenhado um papel fundamental na busca por maior inclusão e equidade para os povos indígenas. Sua trajetória é um verdadeiro exemplo de perseverança e comprometimento, servindo de inspiração para as gerações presentes e futuras.

    Esta transição é uma etapa valiosa para a sustentabilidade e o crescimento contínuo da organização, e envolve a transferência de conhecimento, responsabilidades e planos estratégicos, em um processo cuidadosamente planejado e executado para manter a estabilidade e excelência da gestão.

    Durante este período, foram abordados aspectos importantes para o sucesso da gestão, incluindo a definição de táticas, a distribuição de responsabilidades entre os membros da equipe e a implementação de um plano de ação abrangente que promova a eficiência e a inovação.

    A atividade foi encerrada com a comemoração oficial dos 20 anos da CAIMBRN e a posse da Coordenação Regional. A cerimônia de posse da Coordenação Regional simboliza não apenas a transição de liderança, mas também o compromisso renovado de cada membro com os valores e princípios fundamentais que norteiam a CAIMBRN.

    Importante destacar a participação das seguintes pessoas:

    Marivelton Rodrigues Barroso – Diretor Presidente atual da FOIRN e de referencia da CAIMBRN (2021-2024).

    Carlos Neri – Coordenador regional atual da CAIMBRN (2021-2024) e Novo Eleito como diretor da FOIRN e de referência da coordenadoria;

    Articuladoras de Mulheres, Jovens e Educação;

    Membros da Comissão Fiscal da Coordenadoria;

    Membros que fazem parte do Conselho Diretor da FOIRN. (Eles vão garantir a eficácia e transparência das atividades administrativas, assegurando o cumprimento das responsabilidades financeiras e a conformidade com as normas estatutárias da coordenadoria e da FOIRN.)

    Coordenadores e membros dos Departamentos de Comunicação, Financeiro, Negócios Socioambiental, Jurídico e Educação Escolar Indígena.

    Realização: CAIMBRN e FOIRN.

    Apoio: ALIANÇA PELO CLIMA – APC, BEZOS EARTH FUND AMAZON, NIA TERO, EMBAIXADA REAL DA NORUEGA – ERN E RAINFOREST FOUNDATION NORWAY – RFN.

  • Diálogo entre a FOIRN e o Departamento de Polícia Especializado em São Gabriel da Cachoeira/AM

    Diálogo entre a FOIRN e o Departamento de Polícia Especializado em São Gabriel da Cachoeira/AM

    A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e o Departamento Especializado de Polícia realizaram uma importante apresentação institucional, marcando um passo importante na transição de gestão e reforçando a comunicação entre as entidades.

    Com a presença da Delegada Dra. Grace Jardim, titular da DEP de São Gabriel da Cachoeira/AM, o encontro teve como objetivo levantar as demandas dos povos indígenas e buscar parcerias sólidas na luta pelo nosso território.

    Durante a apresentação foi abordou as complexidades da segurança em São Gabriel, um município fronteiriço, e a atuação da FOIRN na defesa dos direitos indígenas na região do Rio Negro. Foi enfatizada a necessidade de uma abordagem ampla de segurança pública que inclua não apenas as áreas urbanas, mas também os distritos e comunidades.

    É interessante ver como diferentes organizações estão trabalhando para lidar com os desafios específicos enfrentados nessas áreas, como o combate às atividades ilegais e crimes hediondos. Esse tipo de discussão é fundamental para encontrar soluções eficazes e garantir a segurança e o bem-estar de todos os residentes, especialmente em regiões com características tão singulares.

    O diálogo entre FOIRN e o Departamento Especializado de Polícia visou estabelecer um possível acordo de cooperação para a promoção e defesa dos direitos dos povos indígenas nas regiões, buscando mais segurança em todo o município.

    Através desse encontro, buscamos fortalecer os planos de governança territorial e ambiental das nossas comunidades, garantindo que nossas vozes sejam ouvidas e respeitadas.

    Juntos, FOIRN e Departamento Especializado de Polícia, trabalhamos em prol de um futuro mais justo e seguro para o Rio Negro.

  • FOIRN e SEBRAE em parceria promovem Oficina de Aperfeiçoamento do Artesanato no Médio Rio Negro II

    FOIRN e SEBRAE em parceria promovem Oficina de Aperfeiçoamento do Artesanato no Médio Rio Negro II

    A Oficina de Práticas de Aperfeiçoamento do Artesanato, realizada em Santa Isabel do Rio Negro, foi uma oportunidade enriquecedora para as artesãs e artesãos locais.

    A atividade foi realizada no município de Santa Isabel do Rio Negro no período de 21 a 23 de maio 2024. O evento foi uma oportunidade valiosa para promover o aperfeiçoamento do artesanato e o desenvolvimento econômico e cultural na região do Médio Rio Negro II.

    Com o principal objetivo de promover formação de mulheres artesãs e jovens artesãs sobre as práticas de produção e manejo dos recursos naturais renováveis para aprimoramento e aprofundamento do conhecimento técnico para confecção de produtos através da piaçava, arumã e somente naturais.

    Possibilitar divulgação e estender para comercialização dos produtos produzidos a fim de gerar benefícios e melhorar a qualidade de vida da população das comunidades. O evento envolveu as artesãs e artesãos locais e outras organizações, incluindo a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e o SEBRAE, levando ainda mais benefícios e oportunidade econômica aos povos indígenas.

     A troca de experiências durante a oficina, juntamente com a apresentação das precificações pactuadas no acordo de cogestão e a qualidade dos artesanatos para o escoamento através da Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro – Casa Wariró, certamente contribuiu para o aprimoramento das habilidades e o fortalecimento da cadeia produtiva do artesanato local. Essas iniciativas não apenas ajudam a preservar tradições culturais valiosas, mas também oferecem oportunidades econômicas importantes para as comunidades locais.

    Realização: Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, representada por Cleocimara Reis Gomes – Coordenadora Geral do Departamento de Mulheres indígenas do Rio Negro (DMIRN); Sheinne Diana – Articuladora do Departamento de Adolescentes e Jovens Indígenas do Rio Negro (DAJIRN) e Luciane Lima – Coordenadora Departamento de Negócios Socioambientais.

    Parceria: SEBRAE.

  • FOIRN participa do III Intercâmbio de Cadeias Produtivas da Sociobiodiversidade

    FOIRN participa do III Intercâmbio de Cadeias Produtivas da Sociobiodiversidade

    Fortalecendo Cadeias e Conhecimentos Indígenas nos territórios Indígenas.

    A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), representada por Rosangela Fidelis, gerente administrativo e financeiro da Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro – Casa Wariró, participou do III Intercâmbio de Cadeias de Produtivas da Sociobiodiversidade, na Sede da Comissão Pró-Indígenas do Acre (CPI-AC-Rio Branco), no Centro de Formação dos Povos da Floresta, nos dias 13 a 17 de maio de 2024.

    O intercâmbio teve um objetivo muito importante e abrangente. Ampliar o conhecimento sobre a sociobiodiversidade é crucial não apenas para fortalecer as cadeias nas Terras Indígenas, mas também para promover a segurança e soberania alimentar, valorizando os conhecimentos indígenas, reconhecendo as questões de gênero e abordando a emergência climática. Essas iniciativas não apenas fortalecem as comunidades indígenas, mas também contribuem para uma abordagem mais holística e sustentável para lidar com desafios globais.

    É importante destacar que o I Intercâmbio foi realizado no município de São Gabriel da Cachoeira em 2022, na sede casa Wariró/FOIRN, o II Intercâmbio foi realizado no Xingú na ATIX em 2023 e o III Intercâmbio realizado em Rio Branco -Acre em 2024.

    É interessante ver como o intercâmbio se deslocou para diferentes regiões, abrangendo uma variedade de contextos e comunidades indígenas. Isso demonstra um compromisso contínuo com a troca de conhecimentos e experiências em várias partes do país, enriquecendo ainda mais as discussões e colaborações entre os participantes. Cada local oferece suas próprias perspectivas e desafios únicos, contribuindo para uma compreensão mais completa e inclusiva da sociobiodiversidade e das questões relacionadas à segurança alimentar, gênero e emergência climática.

    É maravilhoso ver como Edilene Barbosa Paracurú e José Marcondes puderam relembrar e compartilhar suas experiências significativas durante o 1º Intercâmbio em São Gabriel da Cachoeira. Visitar o projeto de Base Comunitária de Turismo de Pesca Esportiva do Rio Marié na comunidade de Tapurucuara Mirim, no médio Rio Negro, certamente proporcionou resultados valiosos sobre práticas sustentáveis de turismo e conservação ambiental.

    Além disso, participar da Maloca Casa do Saber e visitar os departamentos técnicos e políticos na sede da FOIRN ofereceu uma oportunidade única de intercâmbio de conhecimentos entre as comunidades indígenas e os parceiros envolvidos no projeto. Essas experiências não apenas enriqueceram suas próprias compreensões, mas também contribuíram para fortalecer as conexões e parcerias dentro e fora das comunidades indígenas.

    “O Intercâmbio foi bastante enriquecedor para as iniciativas, passa conhecimentos para fortalecer as cadeias em nosso Território. Os parentes viram a apresentação da FOIRN como exemplo de uma iniciativa do artesanato de forma bem estruturada e que está bem alinhada, tem etiquetas, processos já feitos, ressaltei que tudo isso é graças ao trabalho coletivo, as parcerias, aos projetos e aos gestores que passaram e quem estão hoje representando a Federação.” Frisou Rosangela Fidelis – Gerente administrativo e financeiro da Casa Wariró.


    Importante ver que os representantes de outras instituições também reconheceram o valor dos encontros de intercâmbio e a importância de seu foco na preservação do meio ambiente. Essa avaliação positiva destaca como esses eventos não apenas promovem a troca de conhecimentos e experiências, mas também reforçam o compromisso coletivo com a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

    Ao reunir diferentes iniciativas e perspectivas, tais encontros podem inspirar colaborações ainda mais amplas e impactantes, visando a proteção e a promoção da biodiversidade e dos recursos naturais para as gerações presentes e futuras.

    Destacamos alguns comentários:

    “Vamos rebater a ideia de que indígenas não precisam de dinheiro. As visitas foram muito ricas”.  Jaime/OGM.

    “O AIC (Fundo de pequenos projetos do Xingu) é uma iniciativa muito importante localmente. A minha pesquisa foi fruto do pequeno edital da RCA, podemos pensar a geração de autonomia através de pequenos fundos.” Edilene/OPIAC.

    “Cada região tem sua própria forma de geração de autonomia. Uma das coisas que aprendemos é que é possível ser autônomo com nossas produções e buscar geração de renda para nossos familiares.” Jaime/OGM.

    “Estou saindo com muitas ideias para meu trabalho e melhoria das roças na minha região. Esses encontros são importantes para mostrarmos a nossa realidade e pensarmos melhorias.” Tari/ATIX.

    “O intercâmbio foi muito produtivo, visitamos muitas iniciativas e vamos levar para nossa comunidade para tentarmos fazer na prática o que aprendemos. Nós podemos incentivar e passar o que aprendemos para frente. Gostei muito da família de agricultores que fomos visitar, eles conseguem produzir muito e vender dentro de um pequeno território. Nós, povos indígenas, temos muita terra e podemos produzir muito também.” Ronaldo/AMIM.

    “Essa área era degradada e foi reflorestada, isso é muito impressionante. A cooperativa que visitamos hoje abriu minha mente sobre formas diferentes de produção e vou levar isso para minha comunidade. Divulgar esse conhecimento que para mim é novo.” Makreiton/APINA.

    “Estamos buscando sim a autonomia nas nossas comunidades. Não só nós jovens, mas também as mulheres. Essa estrutura do centro de formação é muito inspiradora. Também gostei da criação de quelônios, nunca tinha pensando nisso, vou levar isso para minha comunidade. Todas as coisas que vi aqui viraram um norte. É uma experiencia nova.” Sinézio/CIR.

    “Vou levar para minha aldeia, é uma nova experiencia para mim, as coisas que foram apresentadas não acontecem na minha comunidade, vou levar essas novas experiencias comigo. Vou levar tudo o que aprendi para o encontro de mulheres e para a assembleia da minha associação. Podemos pensar em fazer outras coisas.” Julieta/Iepé.

    Estiveram presentes no intercambio membros da RCA representando várias organizações e a equipe da CPI-AC: Julieta Tiriyó/Iepé, Thiago Arruda/CTI, Edilene/OPIAC, Rosângela Fidelis/FOIRN, Ronaldo Anicá/AMIM, Sinézio Mota/CIR, Oscar Apinagé/Wyty-Cate, Iramar Yanomami/Hutukara, José Marcondes/AMAAIAC, Makreito Waiãpi/APINA, Vera Olinda/CPI AC, Jaime Mayuruna/OGM, Dorines/OPIAC, Tariaiup Kayabi/ATIX, Miaraip Kaiabi/ISA e Talita Alves/RCA.

    Realização: Rede de Cooperação Amazônica/RCA.

  • 20ª Reunião do Comitê Gestor de Turismo de Base Comunitária no Rio Marié

    20ª Reunião do Comitê Gestor de Turismo de Base Comunitária no Rio Marié

    Lideranças indígenas de 15 comunidades membros das ACIBRN e instituições parceiras se reúnem para avaliar e planejar o projeto de turismo de base comunitária do rio Marié.

    A Associação das Comunidades Indígenas do Baixo Rio Negro (ACIBRN), realizou junto a FOIRN e a empresa Untamed Angling do Brasil (UAB) a Reunião do Comitê gestor de Turismo de Base Comunitária do Rio Marié, na comunidade na Tapurucuara Mirim nos dias 19 e 20 de maio de 2024.

    Assista o vídeo no Instagram da Foirn.

    Este evento reuniu lideranças indígenas de 15 comunidades membros das ACIBRN  e instituições parceiras  para avaliar e planejar o projeto, de turismo de base comunitária através da FOIRN, ACIBRN e UNTAMED ANGLING DO BRASIL – UAB.

    O encontro marcou o fim da primeira fase de um contrato de 10 anos e o início do planejamento para a temporada 2024/2025. A equipe refletiu sobre os desafios superados e as conquistas alcançadas ao longo dos anos, celebrando o progresso e delineando metas ambiciosas para o futuro.

    Durante a reunião foram pautados os assuntos de interesse dos membros da Associação:
    I) Prestação de contas da empresa parceira 2023/2024;
    II) Prestação de contas da FOIRN para as comunidades sobre os recursos de 2023/2024;
    III) Prestação de contas do coordenador da pesca e a operação.

    E além dos assuntos em pautas, foram feitas as apresentações da empresa sobre os avanços e impactos e a a apresentação da ACIBRN sobre os Planos de trabalho dos parceiros e novos projetos:


    -A UAB apresentou sobre os avanços e impacto social nos primeiros 10 anos;


    – Apresentação da ACIBRN sobre os trabalhos em andamentos avanços e desafios;


    -Plano de trabalho dos parceiros e novos projetos.

    A realização do comitê gestor nas comunidades indígenas é fundamental para a prestação de contas do projeto de pesca esportiva de base comunitária, bem como para a avaliação da temporada de pesca e das atividades de vigilância e monitoramento da região. Este comitê permite uma gestão transparente e participativa, envolvendo diretamente as comunidades locais na tomada de decisões.

    Através da prestação de contas, asseguramos que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e conforme os objetivos do projeto, promovendo a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. Além disso, a avaliação contínua da temporada de pesca e das ações de vigilância e monitoramento possibilita ajustes necessários e o aprimoramento das práticas de manejo, garantindo a proteção dos ecossistemas e o bem-estar das comunidades envolvidas.

  • 1ª Etapa de transição entre a atual diretoria da FOIRN e os recém eleitos!

    1ª Etapa de transição entre a atual diretoria da FOIRN e os recém eleitos!

    Destacamos a importância dos Quadros de Referência Interna dos Departamentos, Conselhos e Projetos, visando fortalecer a estrutura organizacional e promover o desenvolvimento sustentável das Associações Filiadas.

    Durante três dias consecutivos, foram realizados os trabalhos da primeira etapa de transição entre a diretoria atual da gestão (2021 a 2024) da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e os diretores eleitos nas assembleias regionais. Essa diretoria coordena e representa cinco coordenadorias regionais.

    CAIMBRN: Marivelton Rodrigues Barroso Baré – Diretor Presidente;

    DIAWI´Í: Nildo de Jesus Miguel Fontes Tukano – Diretor Vice – Presidente;

    COIDI: Janete Alves Dessana – 1ª Suplente;

    CAIBARNX: Adão Francisco Henrique Baré – 2ª Suplente;

    NADZOERI: Dário Emílio Casimiro Baniwa – 3ª Suplente.

    A responsabilidade maior institucional é do diretor presidente, de poder conduzir junto com todos os membros, departamentos e setores. E durante esses 3 primeiros dias foi apresentado e repassado as ferramentas e instrumentos institucionais, a parte funcional, operacional, estrutura, projetos, programas, ações que estão em desenvolvimento e o que está sendo implementado dentro do território, e também os avanços, desafios e os obstáculos

    A gestão atual está fazendo um trabalho com transparência daquilo que foi construído junto com a rede de parceiros que a instituição tem atualmente. Além de defender os direitos coletivos dos povos indígenas do rio Negro, foi apresentado também as iniciativas e os compromissos de gestão que extrapolam o mandato, que são compromissos institucionais que asseguram os direitos dos povos indígenas.

    E no dia 09/05, inicia uma nova etapa da transição que é também a discussão junto com os nossos parceiros promissores. Sobretudo, o Instituto Socioambiental – Programa Rio Negro que acompanha a FOIRN desde 1993, desde as ações conjuntas, das iniciativas, das pautas e temáticas.

    Serão três dias à frente com o ISA, e em seguida será com a FUNAI/CR Rio Negro, a SESAI e com outras instituições.

    Essa primeira etapa é do dia 6 até o dia 16 de maio, após isso as atividades e ações continuarão, e no dia 26 de junho será realizada a assembleia extraordinária da FOIRN e nos dias 27 e 28 de junho será realizada a Assembleia Geral eletiva da Federação, onde serão eleitos a nova presidência com seus respectivos suplentes que vão assumir nos próximos meses a partir de agosto de 2024 o mandato de gestão da nossa maior organização do rio Negro, que é a FOIRN é conhecida como representante dos 24 povos, que tradicionalmente habitam esse território do Rio Negro, que compreende e abrange os municípios de Barcelos, de Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, 4 troncos linguísticos distintos, 18 línguas faladas em todo o território.

    Segue com os 37 anos de luta, desafios, conquistas, avanços, perspectivas, diálogo, exemplo de controle social e de representação moral coletiva como qualquer outra organização tem feito, para poder honrar a luta das nossas lideranças, que é um controle social nato, não é submisso ao governo e a nenhuma instituição ou empresas, não é manobrada e muito menos manipulada.

    Marivelton Baré reafirma que FOIRN tem a sua autonomia, posicionamento, luta por aquilo que é de direito do coletivo.

    “Aquilo que é de direito, a gente luta e aquilo que não é nosso dever e obrigação, a gente cobra que seja implementado e assim a gente vem avançando nesses 37 anos, convido você a poder seguir os nossos trabalhos e olhar as nossas atividades e assim também ser uma pessoa solidária, apoiadora. Acompanhe os nossos trabalhos para saber das agendas onde teremos muitas realizações e também visita aos territórios. Aí já te né? De todo um trabalho que a gente tem que fazer. A luta continua e Unidos venceremos!”

  • FOIRN, DSEI/ARN e CONDISI se reúnem para tratar da agenda de visita da SESAI ao Rio Negro!

    FOIRN, DSEI/ARN e CONDISI se reúnem para tratar da agenda de visita da SESAI ao Rio Negro!

    Reunião institucional entre FOIRN, DSEI/ARN, CONDISI, também pautou sobre a situação da Saúde Indígena no Território do Rio Negro e Ações Interinstitucionais.

    Hoje, 06/05, os diretores recém eleitos e a diretoria atual da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu – se com Valmir Delgado – Coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Negro (DSEI/ARN), Valdenir França – Assessor da SESAI na Região Norte e Jovânio Vilagelin – Presidente do Conselho Distrital da Saúde Indígena (CONDISI) para tratar sobre a agenda de visitas da SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena) à região do Rio Negro. 

    Durante a reunião, também foram discutidos sobre a colaboração e a troca de informações entre as instituições são fundamentais para garantir a eficiência das ações de saúde voltadas às comunidades indígenas. Essa parceria é essencial para o fortalecimento e a importância do diálogo e da cooperação entre as entidades envolvidas para coordenar ações interinstitucionais que visam melhorar as condições de saúde nessa região.

    A união dessas entidades em prol de um objetivo comum fortalece a colaboração e a busca por soluções efetivas, mostrando um compromisso conjunto com a saúde dos povos indígenas. Este tipo de iniciativa representa um passo significativo na promoção do diálogo e da cooperação entre diferentes organizações em prol de um bem maior.

    Através da troca de conhecimentos e experiências, essas entidades têm a oportunidade de traçar estratégias mais eficientes e de ampliar o impacto positivo de suas ações. Além disso, a reunião serve como um momento importante para sensibilizar e mobilizar a sociedade em geral sobre as questões que envolvem a saúde e o bem-estar das comunidades indígenas, promovendo assim uma maior conscientização e engajamento.

    Ao dialogarem sobre as principais situações e necessidades do território, a FOIRN, DSEI/ARN e CONDISI demonstram um compromisso sólido com a busca por soluções que abordem de forma abrangente as necessidades específicas das populações indígenas, levando em consideração suas tradições, culturas e saberes. Essa abordagem holística e colaborativa pode gerar impactos positivos significativos e promover uma mudança real no cenário da saúde indígena no Território do Rio Negro, trazendo benefícios tangíveis para as comunidades locais e fortalecendo os laços de solidariedade e cooperação entre as instituições envolvidas.