Ação conjunta significativa, hoje dia 2 de fevereiro, representantes do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) visitaram a nova sede do Distrito de Saúde Especial Indígena do Rio Negro, localizada em Barcelos. O encontro contou ainda com a presença do Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
Na oportunidade, houve entrega de filtros de água para as comunidades indígenas de Barcelos, uma medida crucial para garantir o acesso à água potável, promovendo a saúde e o bem-estar dessas populações.
A FOIRN reafirma seu compromisso com ações conjuntas e acordos de cooperação, visando impulsionar os progressos para a região com força e inteligência. Estamos determinados a promover iniciativas que beneficiem diretamente as comunidades indígenas.
A parceria contínua com o governo Lula é fundamental para o sucesso dessas ações, como a atuação das ministras Nísia Trindade da Saúde, Sônia Guajajara ministra dos Povos Indígenas, Joênia, presidente da FUNAI, e Weibe Tapeba, secretário da SESAI. Agradecemos o governo Lula por sua abordagem inclusiva, dando espaço e ouvindo ativamente os povos indígenas, promovendo uma democracia participativa.
A ação em conjunto com a FUNAI/CR-Rio Negro (Fundação Nacional do Índio), DSEI/ARN (Distrito Sanitário Especial Indígena) e o CONDISI/ARN (Conselho Distrital de Saúde Indígena), para limpeza e preservação do meio ambiente na comunidade Parawary é uma iniciativa muito importante.
Essas instituições têm um papel fundamental na proteção dos direitos e da saúde dos povos indígenas, e a preservação do meio ambiente é fundamental para garantir a subsistência dessas comunidades.
A limpeza e preservação do meio ambiente na comunidade Parawary traz benefícios tanto para os indígenas quanto para a natureza. Ao realizar ações de limpeza, como recolhimento de lixo, resíduos sólidos e entulhos, é possível evitar problemas ambientais, como poluição do solo e dos rios.
Além disso, essa iniciativa contribui para conscientizar os moradores sobre práticas sustentáveis de manejo ambiental, incentivar o uso adequado dos recursos naturais e promover a educação ambiental dentro da comunidade.
Portanto, essa colaboração entre FUNAI, DSEI e CONDISI é essencial para promover uma gestão ambiental adequada na área do Parawary. A união de esforços visa salvaguardar os recursos naturais necessários à sobrevivência das populações indígenas locais, ao mesmo tempo em que fortalece sua autonomia no cuidado com o meio ambiente.
Além da limpeza, foram realizadas atendimento odontológico, coleta de sangue para exame de malaia e dengue, Vacinação, palestras sobre a saúde mental, cuidados em gerais com a higiene das mãos e bucal.
Todas essas atividades demonstram uma preocupação integral com o bem-estar da população indígena em Parawary. Isso reforça ainda mais o papel positivo que as instituições têm no desenvolvimento sustentável dessa comunidade. Ações como essas devem ser incentivadas e replicadas em outras localidades indígenas, visando sempre à melhoria das condições sociais, ambientais e sanitárias.
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) através do Departamento de Educação e Patrimônio Cultural, participou da Jornada Pedagógica Integrada das Escolas e Salas Anexas Estaduais, realizada no auditório do centro Juvenil Salesiano nos dias 29 a 31 de janeiro, com o intuito de valorizar e fortalecer a implementação da educação escolar indígena no território do Rio Negro.
A Jornada Pedagógica Integrada das Escolas e Salas Anexas Estaduais contou com a participação das organizações Governamentais e não-Governamental, uma experiência ímpar que promoveu o encontro e a troca de experiências entre os profissionais da educação das escolas e salas anexas estaduais. Essa iniciativa visa fortalecer a formação continuada dos professores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino.
Foto: Reprodução
Durante a Jornada Pedagógica Integrada, foram realizadas diversas atividades, debates e momentos de reflexão sobre práticas pedagógicas inovadoras. Também foram abordados temas relevantes para a educação atual, como tecnologias educacionais, inclusão escolar, avaliação formativa, entre outros.
Além disso, houve espaços para compartilhamento de experiências bem-sucedidas nas escolas e salas anexas estaduais. Isso permite que os participantes conheçam boas práticas desenvolvidas em diferentes contextos educacionais e possam se inspirar para implementá-las em suas próprias instituições.
A continuidade dessa jornada no ano vindouro demonstra o compromisso do sistema educacional estadual em investir na formação dos seus profissionais e no fortalecimento das práticas pedagógicas. Acredita-se que essa iniciativa contribuirá positivamente para o desenvolvimento da educação no estado.
Hoje celebramos uma grande conquista para as comunidades indígenas do Rio Negro! 🌍💙 O Planos de Gestão Territorial do Rio Negro – PGTA acaba de introduzir mais uma vez novas ferramentas sustentáveis para apoiar nossos parentes indígenas.
Entre as conquistas mais notáveis, destaca-se a implementação de sistemas solares que visam promover a autonomia energética e reduzir o impacto ambiental nas aldeias. Este avanço não apenas impulsiona o desenvolvimento local, mas também fortalece a preservação da rica biodiversidade da região.
A FOIRN reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento das comunidades locais, buscando soluções que atendam às necessidades específicas da região.
Agradecemos a parceria contínua com a Fundação Nia Tero e Bezos Earth Fund, por possibilitar esse impulsionamento sustentável em prol do progresso.
Hoje, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) promoveu uma importante reunião em parceria com as associações e lideranças indígenas do Baixo Rio Negro, incluindo a Associação Indígena do Baixo Rio Negro (ASIBA). O encontro contou ainda com a colaboração da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Rio Negro.
O foco principal da reunião foi a continuidade dos trabalhos relacionados aos processos de demarcação das Terras Indígenas na região da Caimbrn, no Baixo Rio Negro. As entidades discutiram estratégias e abordagens para fortalecer esses processos, reconhecendo a importância da preservação dos territórios tradicionais.
Além disso, a pauta incluiu uma análise aprofundada da situação de vulnerabilidade dos Yanomami na região. As entidades presentes buscaram identificar soluções e ações conjuntas para enfrentar desafios específicos, garantindo a proteção e o bem-estar dessa comunidade indígena.
A cooperação entre FOIRN, associações indígenas, FUNAI e DSEI Rio Negro demonstra a relevância do diálogo e da parceria no contexto da defesa dos direitos territoriais e da promoção da saúde e segurança das comunidades indígenas.
Com certeza! A integração desses médicos do Programa Mais Médicos (PMM), ciclo 35, à equipe do DSEI ARN é um passo significativo para ampliar e garantir atendimento médico de qualidade nos 25 pólos bases da região. Essa conquista certamente terá um impacto positivo nas comunidades indígenas ao longo do Rio Negro.
O resultado da chegada desses médicos é fruto de uma articulação e parceria bem-sucedida entre a Secretaria de Saúde Indígena – SESAI, DSEI/ARN, FOIRN, CONDISI, Governo Federal e Ministério da Saúde. Essa colaboração demonstra como esforços conjuntos podem levar a avanços significativos na promoção da saúde das populações indígenas.
Agora com um total de 25 médicos atuando, essa iniciativa certamente representa um avanço importante para a saúde das populações indígenas que serão atendidas. É fundamental que os serviços de saúde sejam adaptados às necessidades específicas das comunidades indígenas, e a chegada destes profissionais contribuirá positivamente para esse objetivo.
Sem dúvida, a chegada desses profissionais fortalece significativamente a capacidade de resposta do sistema de saúde indígena. Eles desempenharão um papel fundamental na promoção da saúde preventiva, no acompanhamento de casos crônicos e na gestão integrada das necessidades médicas das comunidades. A presença e o comprometimento desses médicos são vitais para garantir que as populações indígenas tenham acesso a cuidados médicos abrangentes e adequados às suas necessidades específicas. Este é um passo significativo para o fortalecimento do sistema de saúde nas comunidades indígenas.
A união de diferentes entidades e instituições é fundamental para garantir que as necessidades médicas das comunidades indígenas sejam atendidas de forma abrangente e eficaz. Parabéns a todos os envolvidos por essa conquista importante!
A Federação das Organizações indigenas do Rio Negro esta representada pelo diretor presidente, Marivelton Barroso, do povo Baré, onde terá a oportunidade de apresentar suas perspectivas e propostas para enfrentar os desafios do clima.
Hoje dia 04/12 o mesmo participou do painel: Abordagens alternativas para compensações de carbono baseadas na floresta amazônica.
Wilson Lima – Gonernador do Amazonas e Marivelton Baré – Presidente da FOIRN, após a reunião sobre as apresentações de alternativas na COP28, e também as necessidades e ações das politicas estaduais. Foto: Reprodução.
“Em nossa área se tem baixo índice de desmatamento, pois toda a recuperação é feita e manejada por nós povos indígenas do rio negro há mais de 2.000 anos. Por isso temos áreas de conservação, inclusive muitos interesses, sobretudo pessoas de fora com interesse em projeto de carbono.
Estamos passando pelo processo de retomada de diálogo com o governo federal, a reconstrução da política indigenista no país, depois de 6 anos de muita desconstrução, muita perseguição aos direitos dos povos indígenas.
Agora, com o governo atual, estamos conseguindo novamente construir os espaços de diálogo, pensar e buscar alternativas não apenas econômicas mais sustentáveis, mas também fazer valer os seus protocolos de consulta, respeitado pelo governo e por outros, seja do governo ou não, que queiram adentrar em nosso território.
Ainda assim, há uma fragilidade muito grande por conta da pressão dentro de nossos territórios, com contratos ilegais de carbono através de empresas que chegam da Argentina, Colômbia e de outros países que se assolam em uma invasão dentro do nosso território.
Nós, a FOIRN, temos nos posicionado contrário a isso, da forma que vem sendo feita, mas ao mesmo tempo nós temos participado também das discussões pelo clima com a GCF, força tarefa dos Governadores para o Clima e Floresta.
Com a nossa participação e nosso protagonismo temos que garantir que os processos de demarcação das terras indígenas sejam demarcados e o governo brasileiro precisa garantir isso. Só podemos permitir em outras discussões os avanços quando houver essa garantia nas questões culturais, onde elas serão respeitadas e, acima de tudo, o nosso protagonismo.
Com esse trabalho que se tem feito de cooperação com a Aliança pelo clima, em especial austríaca, que tem dado uma condição para esse trabalho, onde também eles têm o compromisso em poder trabalhar uma política de combater e reduzir a poluição e o desmatamento com a preservação ambiental, cultural e da própria governança territorial do Rio Negro.” Disse: Marivelton Baré.
Josimara Melgueiro, Coodenadora do projeto Fundo Indigena do Rio Negro (FIRN/FOIRN), compartilhando a experiência do Fundo.
A Josimara Melgueiro, Coodenadora do projeto Fundo Indigena do Rio Negro (FIRN) participou da discussão sobre o tema de Financiamento direto aos povos indígenas, compartilhando a experiência do Fundo, uma inciativa da FOIRN, que apoia diretamente as associações de base a implementar seus planos de Gestão Territorial e ambiental no Rio Negro (PGTA).
Muitos os avanços e conquista do projeto na segurança alimentar, economia sustentavel, geração de renda, valorização cultural e fortalecimento das associações.
Marivelton Baré – Presidente da FOIRN e Sônia Guajajara – Ministra dos Povos Indígenas. Foto: Reprodução.Thomas da Aliaça Pelo Clima – APC e Marivelton Baré – Presidente da FOIRN. Foto: Reprodução.
Desde 30 de novembro, representantes de quase 200 países se reúnem para coordenar ações globais climáticas — um evento chamado de COP28, a 28ª Conferência do Clima da ONU.
A COP do Clima acontece em cidades diferentes a cada ano para demonstrar a importância da colaboração dos países de todo o mundo. Esse ano, a conferência acontecerá em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Embora o objetivo geral de todas as reuniões seja aumentar a cooperação para enfrentar as mudanças climáticas, os tópicos específicos podem variar a cada ano.
A COP 28 também será uma oportunidade para revisar o progresso do Acordo de Paris, estabelecido durante a COP 21 em 2015. Durante o evento, os países também discutirão maneiras de financiar ações climáticas, transferir tecnologia e capacitar os países em desenvolvimento para lidar com os impactos das mudanças climáticas.
Além disso, a COP 28 pode servir como um fórum para discussões sobre questões emergentes relacionadas às alterações climáticas, como adaptação, perda e dano, agricultura, desmatamento e transição para uma energia mais limpa.
A COP 28 será um evento crucial para garantir que os esforços globais de combate às mudanças climáticas estejam alinhados com o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo de 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais. Os resultados e as decisões tomadas durante a conferência terão impacto na forma como os países enfrentam as mudanças climáticas e implementam políticas de mitigação e adaptação nos próximos anos.
Na COP28, espera-se que os líderes discutam e tomem decisões sobre questões como a redução das emissões de gases de efeito estufa, a adaptação às mudanças climáticas, a transferência de tecnologia e financiamento para países em desenvolvimento, entre outros temas relacionados ao clima.
Além disso, a conferência também servirá como um espaço para que os países apresentem suas metas e compromissos em relação às mudanças climáticas. Durante o evento, espera-se que alguns países e organizações anunciem novas iniciativas e medidas para combater as mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
A COP28 também contará com a participação de representantes da sociedade civil, empresas e organizações não governamentais, que terão a oportunidade de apresentar suas perspectivas e propostas para enfrentar os desafios do clima.
Em resumo, a COP28 será uma importante oportunidade para os líderes e atores globais discutirem e coordenarem ações para enfrentar as mudanças climáticas e fazer progressos rumo a um futuro mais sustentável.
Cerca de 80 pacientes indígenas serão atendidos durante o período de 10 a 22 de novembro de 2023, no Centro Médico do distrito de Pari Cachoeira, na coordenadoria regional Diawi’í.
Expedição de Desenvolvimento da Saúde (EDS) em parceria com a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), está realizando um mutirão de cirurgias de vesícula no Centro Médico de Pari Cachoeira.
Em uma iniciativa inovadora e crucial para a saúde dos povos indígenas, o mutirão de cirurgias de vesícula utilizando a técnica avançada de Colecistectomia por Videolaparoscopia visa atender uma demanda reprimida de cirurgias de alta e média complexidade que, ao longo dos anos, não foram realizadas de forma adequada.
A iniciativa visa tirar os pacientes indígenas da chamada “fila da morte”, proporcionando atendimento e cuidado de forma mais ágil e eficaz, salvando vidas e melhorando a qualidade de vida dessas comunidades.
A ação tem como objetivo levar atendimento cirúrgico especializado diretamente para as comunidades indígenas, evitando a necessidade de deslocamento para centros urbanos. Além da Colecistectomia, a expedição também abrange cirurgias de hérnia umbilical, epigástrica e inguinal por vídeo, proporcionando uma recuperação mais rápida em comparação com as técnicas convencionais.
A Colecistectomia por Videolaparoscopia, um procedimento menos invasivo e mais avançado, traz benefícios significativos para os pacientes, proporcionando um pós-operatório mais tranquilo com menos cortes.
“Não fazemos nada sozinhos: tudo que realizamos é fruto de parcerias sólidas com o movimento indígena, autoridades de saúde e organizações comprometidas com a melhoria da saúde nas comunidades indígenas”. Afirma o porta-voz da EDS.
A EDS, uma organização de saúde sem fins lucrativos fundada em 2003 por médicos voluntários, destaca a importância das parcerias para o sucesso de suas iniciativas. O movimento indígena, representado pela FOIRN com o apoio da FUNAI, CONDISI, FUNAI, assim como autoridades de saúde como SESAI e DSEI, desempenha papel fundamental nesse processo.
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN, possui 36 anos de uma longa trajetória de atuação em defesa dos direitos dos povos indígenas da Amazônia, especialmente no território do Rio Negro. Sua atuação é pautada pela defesa da autonomia desses povos, bem como pela busca de soluções sustentáveis para o desenvolvimento da região.
Entre as iniciativas promovidas pela FOIRN, destacam-se:
Fortalecimento da organização dos povos indígenas: a FOIRN busca fortalecer as organizações indígenas locais, promovendo a participação ativa dos povos na definição de políticas públicas e na gestão dos seus territórios.
Conservação da biodiversidade: a FOIRN atua em parceria com outras organizações e instituições para promover a conservação da biodiversidade da Amazônia, por meio de iniciativas de manejo sustentável dos recursos naturais e de valorização dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas.
Fortalecimento da cultura e da identidade indígena: a FOIRN valoriza a cultura e a identidade dos povos indígenas da Amazônia, promovendo iniciativas que visam a preservação das suas tradições, línguas e modos de vida.
Defesa dos direitos territoriais: a FOIRN atua na defesa dos direitos territoriais dos povos indígenas, lutando contra a invasão e a exploração ilegal de suas terras, bem como na promoção do reconhecimento e da regularização das suas terras ancestrais.
Fortalecimento da comunicação, educação e valorização da saúde indígena: a FOIRN desenvolve projetos voltados para o fortalecimento da comunicação, educação e a saúde dos povos indígenas do Rio Negro, buscando garantir o acesso a serviços de qualidade com novas tecnologias e valorizando os conhecimentos tradicionais de cada povo.
A parceria com a Fundação Nia Tero, a Embaixada Real da Noruega e Aliança Pelo Clima tem sido fundamental para esse fortalecimento. A Fundação Nia Tero, uma organização sem fins lucrativos que trabalha em parceria com povos indígenas em todo o mundo, tem fornecido apoio financeiro e técnico à FOIRN. Esse apoio tem permitido que a organização desenvolva projetos importantes nas áreas de comunicação, educação, meio ambiente e preservação da cultura indígena.
A FOIRN reconhece a importância dessas parcerias para a continuidade de suas atividades em defesa dos direitos dos povos indígenas e agradece à Fundação Nia Tero, à Embaixada Real da Noruega (ERN) e à Aliança Pelo Clima (APC) pelo apoio contínuo e dedicado à causa indígena.
O novo espaço acomodará a presidência e a gestão administrativa de projetos, juntamente com a Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro. A equipe técnica de trabalho também será alocada, proporcionando um local para receber lideranças que apresentam projetos e financiamentos. Além disso, a unidade de processamento da Casa Wariro estará em pleno funcionamento neste novo espaço.
Os povos indígenas do Rio Negro, representados pela FOIRN, defendem a autonomia e buscam iniciativas que promovam o desenvolvimento sustentável de acordo com as demandas e particularidades da região amazônica.
O apoio da Fundação Nia Tero, da Embaixada da Noruega e Aliança Pelo Clima, tem sido fundamental para o fortalecimento institucional e estrutural da FOIRN. Essas parcerias são essenciais para que a organização continue avançando em seu papel vital na proteção dos direitos e interesses dos povos indígenas na Amazônia e no Rio Negro.
Nesta sexta feira, 06, Marivelton Baré, diretor presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu- se com a superintendência do Banco do Brasil em Manaus para discutir diversas demandas e reivindicações da população indígena, que incluí melhorias no atendimento das agências do Banco do Brasil em relação às ordens do exterior e com a população indígena do Rio Negro.
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“Na reunião realizada na superintendência do Banco do Brasil, discutimos diversas situações e ordens relacionadas às nossas demandas. Uma novidade importante é que teremos uma pessoa dedicada às relações exteriores para nos apoiar sempre que precisarmos, garantindo um contato direto e eficiente.” Disse Marivelton Baré.
Ao abordar a necessidade de intérpretes e ativações dos caixas nos Distritos, o objetivo é garantir que os indígenas tenham acesso facilitado aos serviços do banco.
Além disso, discutiu-se o apoio a novas iniciativas voltadas para as comunidades indígenas, visando promover o desenvolvimento econômico e social das mesmas.
Outro ponto destacado nas discussões foi a regularização das associações indígenas. O objetivo é ajudar na abertura de contas bancárias para essas associações, o que facilitaria a gestão financeira e a transparência dos recursos utilizados. Além disso, a regularização dos processos dessas associações é fundamental para que elas possam receber apoio financeiro e legal.
Essas ações e discussões visam contribuir para a inclusão financeira das comunidades indígenas, promovendo o acesso aos serviços bancários e o desenvolvimento socioeconômico dessas populações.
Ao final da reunião, ficou acordado que a FOIRN e a superintendência do Banco do Brasil em Manaus irão trabalhar em conjunto para viabilizar as demandas apresentadas. A expectativa é de que essas medidas contribuam para a melhoria do atendimento bancário e a inclusão financeira das comunidades indígenas do Rio Negro.
Em novembro, a FOIRN receberá a visita da superintendência do Banco do Brasil no município de São Gabriel da Cachoeira, esta visita demonstra o interesse da instituição em fortalecer a parceria e mostrar comprometimento com as demandas e necessidades dos povos indígenas do Rio Negro.
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Esse tipo de apoio é essencial para o desenvolvimento e fortalecimento das comunidades indígenas, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e preservação de sua cultura. A visita formalizada indica uma postura mais sólida e comprometida da instituição financeira em relação às comunidades indígenas, o que é positivo e pode trazer benefícios significativos para essas populações.