Tag: Povos do Rio Negro

  • A FOIRN está se preparando para a oficina do projeto Arte Baniwa!

    A FOIRN está se preparando para a oficina do projeto Arte Baniwa!

    Com entusiasmo e dedicação, estamos criando um ambiente propício para explorar e expressar a riqueza da cultura Baniwa por meio da arte.

    Agradecemos ao apoio fundamental do Criança Esperança, que tornou possível esse projeto inspirador. Com a missão de empoderar e celebrar nossa identidade, cada pincelada e cada traço carregam consigo a história e a tradição do povo Baniwa.

    Em breve, compartilharemos o resultado desse encontro de cores e criatividade, que vai além de simplesmente criar arte – é também uma forma de fortalecer laços, preservar nossa cultura e inspirar as futuras gerações.

    Fiquem atentos para mais atualizações sobre o Arte Baniwa! Juntos, estamos construindo um futuro vibrante e cheio de possibilidades para nossa comunidade.

  • Encontro significativo em prol da saúde indígena dos povos do Rio Negro!

    Encontro significativo em prol da saúde indígena dos povos do Rio Negro!

    Nesta quarta-feira (21), a FOIRN participou da reunião junto ao DSEI ARN, CONDISI ARN e FVS AM, unindo forças para fortalecer nosso compromisso no combate à malária no território do Rio Negro.

    A colaboração no trabalho é crucial para lidar com os desafios apresentados pela malária em nossa região. Trabalhando juntos, estamos progredindo na aplicação de estratégias eficazes para prevenção, diagnóstico e tratamento, com o objetivo de aprimorar a saúde de nossa comunidade.

    Além disso, celebramos a instalação de uma sala dedicada ao trabalho da situação nos três municípios do Rio Negro. Essa iniciativa proporcionará uma gestão mais eficiente e ágil, permitindo uma resposta mais rápida e coordenada diante das demandas emergentes.

    Unir esforços é o caminho para promover mudanças positivas em nossa realidade. Agradecemos a todos os envolvidos por contribuírem para um futuro mais saudável e resiliente em nossa amada Amazônia. Juntos somos mais fortes!

  • INAUGURAÇÃO HISTÓRICA! Foirn recebe lideranças indígenas, parceiros institucionais e apoiadores para comemorar mais um avanço

    INAUGURAÇÃO HISTÓRICA! Foirn recebe lideranças indígenas, parceiros institucionais e apoiadores para comemorar mais um avanço

    Na manhã da última sexta-feira (16/02), cerca de 200 pessoas participaram da inauguração da nova sede anexa da FOIRN.

    Em 16 de fevereiro, a nova sede anexa da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN foi recebida com entusiasmo por cerca de 200 pessoas durante a inauguração, entre elas, além das lideranças indígenas, estiveram presentes os convidados e parceiros institucionais que juntos lutam para o fortalecimento do movimento indígena do Rio Negro.

    Este novo espaço desempenhará um papel fundamental no fortalecimento e na promoção das culturas indígenas da região. Além disso, a presença de diferentes instâncias e projetos dentro da nova sede trará benefícios significativos para a comunidade indígena local.

    A inauguração da nova sede anexa da FOIRN representa um marco importante na valorização e no fortalecimento das organizações indígenas da região do Rio Negro, promovendo o empoderamento e a autonomia dessas associações.

    A nova sede da FOIRN representa um marco importante para as associações indígenas, oferecendo um espaço dedicado à administração. A centralização das atividades e projetos da federação facilitará a coordenação de esforços e recursos. A gestão mais eficiente proporcionará uma melhor estrutura organizacional, contribuindo para a representatividade e defesa dos povos indígenas do Rio Negro. Com essa mudança, a FOIRN poderá potencializar seu impacto e promover ainda mais a valorização e preservação das culturas indígenas locais.

    Construção e estrutura

    Em 2006, teve início a construção do Centro de Capacitação dos Povos Indígenas do Rio Negro. Em parceria com o estado do Amazonas, por meio da Fundação Estadual de Políticas Indigenistas do Amazonas, a FOIRN conduziu o processo de tomada de preço, licitação e prestação de contas para viabilizar a construção. Durante esse processo, a FOIRN seguiu todas as exigências normativas e, após um ano, o prédio foi concluído. Além de abrigar a Loja Wariró e os escritórios das cinco coordenadorias regionais, o local foi utilizado para eventos como cursos de capacitação, assembleias, encontros do movimento indígena, seminários e palestras. Também serviu como alojamento para aqueles que vinham das comunidades para participar de eventos na cidade.

    A Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro – Casa Wariró, surgiu como epicentro comercial e cultural dos povos indígenas da região do Rio Negro.

    A presença da Wariró dentro da nova sede proporcionará um espaço dedicado à promoção e venda de produtos indígenas locais. Isso não só fortalecerá a economia das Associações indígenas, mas também ajudará a preservar e valorizar suas tradições culturais.

    A Casa Wariró desempenha um papel fundamental na valorização e na promoção do trabalho dos artesãos indígenas, funcionando como uma ponte entre esses talentosos criadores e os mercados regionais e nacionais. Para alcançar esse objetivo, a Casa Wariró adota diversas estratégias e práticas que contribuem para o fortalecimento e a visibilidade da produção artesanal indígena. Algumas das ações e iniciativas incluem:

    Estabelecimento de parcerias: A Casa Wariró busca estabelecer parcerias sólidas e colaborativas com comunidades indígenas, garantindo uma relação de respeito, valorização e cooperação mútua.

    Promoção da cultura indígena: Além de comercializar os produtos artesanais, a Casa Wariró também se dedica a promover a cultura indígena, compartilhando histórias, tradições e conhecimentos ancestrais.

    Comércio justo: A Casa Wariró preza pela prática do comércio justo, garantindo que os artesãos indígenas recebam um pagamento justo e adequado pelo seu trabalho, promovendo assim a equidade e a valorização do artesanato tradicional.

    Capacitação e apoio: A Casa Wariró oferece suporte e capacitação aos artesãos indígenas, auxiliando no aprimoramento de técnicas, no desenvolvimento de novos produtos e na gestão de negócios, visando fortalecer as comunidades e gerar oportunidades de renda sustentável.

    Graças ao trabalho dedicado e comprometido da FOIRN, os artesãos indígenas têm a oportunidade não apenas de comercializar seus produtos, mas também de preservar e celebrar suas tradições culturais, contribuindo para a valorização e o reconhecimento da rica diversidade do artesanato indígena no Brasil.

    Após o trágico incêndio de 2014, a reconstrução se transformou em uma jornada de superação, resultando na abertura deste novo capítulo.

    “Um projeto pensado por indígenas, feito por indígenas e gerido por indígenas” Afirma André Baniwa.

    Reconstrução e boas novas

    O Fundo Indígena do Rio Negro – FIRN, que também estará sediado na nova estrutura, desempenhará um papel crucial no apoio financeiro a projetos e iniciativas que visam o desenvolvimento sustentável das associações indígenas do Rio Negro. A presença deste fundo na nova sede garantirá uma melhor coordenação e implementação de ações voltadas para o bem-estar das populações indígenas.

    Durante a cerimônia, a Foirn contou com a presença dos coordenadores regionais, lideranças que já contribuíram e continuam contribuindo com o movimento indígena do Rio Negro, Colaboradores e profissionais da Instituição e dos parceiros institucionais Coordenadora da Funai – CR-Rio Negro, Maria do Rosário, Coordenador do DSEI/ARN, Luiz dos Santos Brazão, Representante da Coordenação adjunta do Instituto Socioambiental, Juliana Radler, Bispo da Diocese Dom Vanthuy Neto acompanhado do Bispo Emérito Dom Edison Damian, da Policia Militar, Defensoria Pública, Instituto Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas.

    A Foirn expressa grande gratidão pelo apoio financeiro da Fundação NIA TERO, Bezos Earth Fund, Embaixada Real da Noruega, Aliança Pelo Clima e Ministério do Clima da Austria. Esse suporte é essencial para fortalecer as associações indígenas de base desta Federação.

    Galeria:

  • Ação Conjunta entre FOIRN, DSEI, CONDISI e FUNAI Fortalece Saúde Indígena no Rio Negro

    Ação Conjunta entre FOIRN, DSEI, CONDISI e FUNAI Fortalece Saúde Indígena no Rio Negro

    Ação conjunta significativa, hoje dia 2 de fevereiro, representantes do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) e da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) visitaram a nova sede do Distrito de Saúde Especial Indígena do Rio Negro, localizada em Barcelos. O encontro contou ainda com a presença do Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).

    Na oportunidade, houve entrega de filtros de água para as comunidades indígenas de Barcelos, uma medida crucial para garantir o acesso à água potável, promovendo a saúde e o bem-estar dessas populações.

    A FOIRN reafirma seu compromisso com ações conjuntas e acordos de cooperação, visando impulsionar os progressos para a região com força e inteligência. Estamos determinados a promover iniciativas que beneficiem diretamente as comunidades indígenas.

    A parceria contínua com o governo Lula é fundamental para o sucesso dessas ações, como a atuação das ministras Nísia Trindade da Saúde, Sônia Guajajara ministra dos Povos Indígenas, Joênia, presidente da FUNAI, e Weibe Tapeba, secretário da SESAI. Agradecemos o governo Lula por sua abordagem inclusiva, dando espaço e ouvindo ativamente os povos indígenas, promovendo uma democracia participativa.

  • Colaboração Exemplar para a Preservação Ambiental em Parawary

    Colaboração Exemplar para a Preservação Ambiental em Parawary

    A ação em conjunto com a FUNAI/CR-Rio Negro (Fundação Nacional do Índio),  DSEI/ARN (Distrito Sanitário Especial Indígena) e o CONDISI/ARN (Conselho Distrital de Saúde Indígena), para limpeza e preservação do meio ambiente na comunidade Parawary é uma iniciativa muito importante.

    Essas instituições têm um papel fundamental na proteção dos direitos e da saúde dos povos indígenas, e a preservação do meio ambiente é fundamental para garantir a subsistência dessas comunidades.

    A limpeza e preservação do meio ambiente na comunidade Parawary traz benefícios tanto para os indígenas quanto para a natureza. Ao realizar ações de limpeza, como recolhimento de lixo, resíduos sólidos e entulhos, é possível evitar problemas ambientais, como poluição do solo e dos rios.

    Além disso, essa iniciativa contribui para conscientizar os moradores sobre práticas sustentáveis de manejo ambiental, incentivar o uso adequado dos recursos naturais e promover a educação ambiental dentro da comunidade.



    Portanto, essa colaboração entre FUNAI, DSEI e CONDISI é essencial para promover uma gestão ambiental adequada na área do Parawary. A união de esforços visa salvaguardar os recursos naturais necessários à sobrevivência das populações indígenas locais, ao mesmo tempo em que fortalece sua autonomia no cuidado com o meio ambiente.

    Além da limpeza, foram realizadas atendimento odontológico, coleta de sangue para exame de malaia e dengue, Vacinação, palestras sobre a saúde mental, cuidados em gerais com a higiene das mãos e bucal.

    Todas essas atividades demonstram uma preocupação integral com o bem-estar da população indígena em Parawary. Isso reforça ainda mais o papel positivo que as instituições têm no desenvolvimento sustentável dessa comunidade. Ações como essas devem ser incentivadas e replicadas em outras localidades indígenas, visando sempre à melhoria das condições sociais, ambientais e sanitárias.

  • Avanço em alternativas Sustentáveis!

    Hoje celebramos uma grande conquista para as comunidades indígenas do Rio Negro! 🌍💙 O Planos de Gestão Territorial do Rio Negro – PGTA acaba de introduzir mais uma vez novas ferramentas sustentáveis para apoiar nossos parentes indígenas.

    Entre as conquistas mais notáveis, destaca-se a implementação de sistemas solares que visam promover a autonomia energética e reduzir o impacto ambiental nas aldeias.  Este avanço não apenas impulsiona o desenvolvimento local, mas também fortalece a preservação da rica biodiversidade da região.

    A FOIRN reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento das comunidades locais, buscando soluções que atendam às necessidades específicas da região.

    Agradecemos a parceria contínua com a Fundação Nia Tero e Bezos Earth Fund, por possibilitar esse impulsionamento sustentável em prol do progresso.

  • DEMARCAÇÃO DE TERRAS| Foirn e entidades Indígenas se Reúnem para Debater a Situação do Povo Yanomami no Baixo Rio Negro

    Hoje, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) promoveu uma importante reunião em parceria com as associações e lideranças indígenas do Baixo Rio Negro, incluindo a Associação Indígena do Baixo Rio Negro (ASIBA). O encontro contou ainda com a colaboração da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Rio Negro.

    O foco principal da reunião foi a continuidade dos trabalhos relacionados aos processos de demarcação das Terras Indígenas na região da Caimbrn, no Baixo Rio Negro. As entidades discutiram estratégias e abordagens para fortalecer esses processos, reconhecendo a importância da preservação dos territórios tradicionais.

    Além disso, a pauta incluiu uma análise aprofundada da situação de vulnerabilidade dos Yanomami na região. As entidades presentes buscaram identificar soluções e ações conjuntas para enfrentar desafios específicos, garantindo a proteção e o bem-estar dessa comunidade indígena.

    A cooperação entre FOIRN, associações indígenas, FUNAI e DSEI Rio Negro demonstra a relevância do diálogo e da parceria no contexto da defesa dos direitos territoriais e da promoção da saúde e segurança das comunidades indígenas.

  • AVANÇO PARA A SAÚDE INDÍGENA| O DSEI ARN recebeu um reforço significativo para o atendimento médico nas comunidades indígenas!

    Com certeza! A integração desses médicos do Programa Mais Médicos (PMM), ciclo 35, à equipe do DSEI ARN é um passo significativo para ampliar e garantir atendimento médico de qualidade nos 25 pólos bases da região. Essa conquista certamente terá um impacto positivo nas comunidades indígenas ao longo do Rio Negro.

    O resultado da chegada desses médicos é fruto de uma articulação e parceria bem-sucedida entre a Secretaria de Saúde Indígena – SESAI, DSEI/ARN, FOIRN, CONDISI, Governo Federal e Ministério da Saúde. Essa colaboração demonstra como esforços conjuntos podem levar a avanços significativos na promoção da saúde das populações indígenas.

    Agora com um total de 25 médicos atuando, essa iniciativa certamente representa um avanço importante para a saúde das populações indígenas que serão atendidas. É fundamental que os serviços de saúde sejam adaptados às necessidades específicas das comunidades indígenas, e a chegada destes profissionais contribuirá positivamente para esse objetivo.

    Sem dúvida, a chegada desses profissionais fortalece significativamente a capacidade de resposta do sistema de saúde indígena. Eles desempenharão um papel fundamental na promoção da saúde preventiva, no acompanhamento de casos crônicos e na gestão integrada das necessidades médicas das comunidades. A presença e o comprometimento desses médicos são vitais para garantir que as populações indígenas tenham acesso a cuidados médicos abrangentes e adequados às suas necessidades específicas. Este é um passo significativo para o fortalecimento do sistema de saúde nas comunidades indígenas.

    A união de diferentes entidades e instituições é fundamental para garantir que as necessidades médicas das comunidades indígenas sejam atendidas de forma abrangente e eficaz. Parabéns a todos os envolvidos por essa conquista importante!

  • FOIRN NA COP28|Representantes dos Povos indígenas de todo Brasil ecoam suas vozes durante o evento internacional em Dubai.

    FOIRN NA COP28|Representantes dos Povos indígenas de todo Brasil ecoam suas vozes durante o evento internacional em Dubai.

    A Federação das Organizações indigenas do Rio Negro esta representada pelo diretor presidente, Marivelton Barroso, do povo Baré, onde terá a oportunidade de apresentar suas perspectivas e propostas para enfrentar os desafios do clima.

    Hoje dia 04/12 o mesmo participou do painel: Abordagens alternativas para compensações de carbono baseadas na floresta amazônica.

    Wilson Lima – Gonernador do Amazonas e Marivelton Baré – Presidente da FOIRN, após a reunião sobre as apresentações de alternativas na COP28, e também as necessidades e ações das politicas estaduais. Foto: Reprodução.

    “Em nossa área se tem baixo índice de desmatamento, pois toda a recuperação é feita e manejada por nós povos indígenas do rio negro há mais de 2.000 anos. Por isso temos áreas de conservação, inclusive muitos interesses, sobretudo pessoas de fora com interesse em projeto de carbono.

    Estamos passando pelo processo de retomada de diálogo com o governo federal, a reconstrução da política indigenista no país, depois de 6 anos de muita desconstrução, muita perseguição aos direitos dos povos indígenas.

    Agora, com o governo atual, estamos conseguindo novamente construir os espaços de diálogo, pensar e buscar alternativas não apenas econômicas mais sustentáveis, mas também fazer valer os seus protocolos de consulta, respeitado pelo governo e por outros, seja do governo ou não, que queiram adentrar em nosso território.

    Ainda assim, há uma fragilidade muito grande por conta da pressão dentro de nossos territórios, com contratos ilegais de carbono através de empresas que chegam da Argentina, Colômbia e de outros países que se assolam em uma invasão dentro do nosso território.

    Nós, a FOIRN, temos nos posicionado contrário a isso, da forma que vem sendo feita, mas ao mesmo tempo nós temos participado também das discussões pelo clima com a GCF, força tarefa dos Governadores para o Clima e Floresta.

    Com a nossa participação e nosso protagonismo temos que garantir que os processos de demarcação das terras indígenas sejam demarcados e o governo brasileiro precisa garantir isso. Só podemos permitir em outras discussões os avanços quando houver essa garantia nas questões culturais, onde elas serão respeitadas e, acima de tudo, o nosso protagonismo.

    Com esse trabalho que se tem feito de cooperação com a Aliança pelo clima, em especial austríaca, que tem dado uma condição para esse trabalho, onde também eles têm o compromisso em poder trabalhar uma política de combater e reduzir a poluição e o desmatamento com a preservação ambiental, cultural e da própria governança territorial do Rio Negro.” Disse: Marivelton Baré.

    A Josimara Melgueiro, Coodenadora do projeto Fundo Indigena do Rio Negro (FIRN) participou da discussão sobre o tema de Financiamento direto aos povos indígenas, compartilhando a experiência do Fundo, uma inciativa da FOIRN, que apoia diretamente as associações de base a implementar seus planos de Gestão Territorial e ambiental no Rio Negro (PGTA).

    Muitos os avanços e conquista do projeto na segurança alimentar, economia sustentavel, geração de renda, valorização cultural e fortalecimento das associações.

    Desde 30 de novembro, representantes de quase 200 países se reúnem para coordenar ações globais climáticas — um evento chamado de COP28, a 28ª Conferência do Clima da ONU.  

    A COP do Clima acontece em cidades diferentes a cada ano para demonstrar a importância da colaboração dos países de todo o mundo. Esse ano, a conferência acontecerá em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Embora o objetivo geral de todas as reuniões seja aumentar a cooperação para enfrentar as mudanças climáticas, os tópicos específicos podem variar a cada ano.

    A COP 28 também será uma oportunidade para revisar o progresso do Acordo de Paris, estabelecido durante a COP 21 em 2015. Durante o evento, os países também discutirão maneiras de financiar ações climáticas, transferir tecnologia e capacitar os países em desenvolvimento para lidar com os impactos das mudanças climáticas.

    Além disso, a COP 28 pode servir como um fórum para discussões sobre questões emergentes relacionadas às alterações climáticas, como adaptação, perda e dano, agricultura, desmatamento e transição para uma energia mais limpa.

    A COP 28 será um evento crucial para garantir que os esforços globais de combate às mudanças climáticas estejam alinhados com o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo de 2 graus Celsius em relação aos níveis pré-industriais. Os resultados e as decisões tomadas durante a conferência terão impacto na forma como os países enfrentam as mudanças climáticas e implementam políticas de mitigação e adaptação nos próximos anos.   

    Na COP28, espera-se que os líderes discutam e tomem decisões sobre questões como a redução das emissões de gases de efeito estufa, a adaptação às mudanças climáticas, a transferência de tecnologia e financiamento para países em desenvolvimento, entre outros temas relacionados ao clima.

    Além disso, a conferência também servirá como um espaço para que os países apresentem suas metas e compromissos em relação às mudanças climáticas. Durante o evento, espera-se que alguns países e organizações anunciem novas iniciativas e medidas para combater as mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

    A COP28 também contará com a participação de representantes da sociedade civil, empresas e organizações não governamentais, que terão a oportunidade de apresentar suas perspectivas e propostas para enfrentar os desafios do clima.

    Em resumo, a COP28 será uma importante oportunidade para os líderes e atores globais discutirem e coordenarem ações para enfrentar as mudanças climáticas e fazer progressos rumo a um futuro mais sustentável. 

  • 54ª EXPEDIÇÃO DA EDS| Mutirão de atendimento cirúrgico de vesícula aos indígenas é realizado em parceria com a FOIRN

    54ª EXPEDIÇÃO DA EDS| Mutirão de atendimento cirúrgico de vesícula aos indígenas é realizado em parceria com a FOIRN

    Cerca de 80 pacientes indígenas serão atendidos durante o período de 10 a 22 de novembro de 2023, no Centro Médico do distrito de Pari Cachoeira, na coordenadoria regional Diawi’í.

    Expedição de Desenvolvimento da Saúde (EDS) em parceria com a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) e Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), está realizando um mutirão de cirurgias de vesícula no Centro Médico de Pari Cachoeira.

    Em uma iniciativa inovadora e crucial para a saúde dos povos indígenas, o mutirão de cirurgias de vesícula utilizando a técnica avançada de Colecistectomia por Videolaparoscopia visa atender uma demanda reprimida de cirurgias de alta e média complexidade que, ao longo dos anos, não foram realizadas de forma adequada.

    A iniciativa visa tirar os pacientes indígenas da chamada “fila da morte”, proporcionando atendimento e cuidado de forma mais ágil e eficaz, salvando vidas e melhorando a qualidade de vida dessas comunidades.  

    A ação tem como objetivo levar atendimento cirúrgico especializado diretamente para as comunidades indígenas, evitando a necessidade de deslocamento para centros urbanos. Além da Colecistectomia, a expedição também abrange cirurgias de hérnia umbilical, epigástrica e inguinal por vídeo, proporcionando uma recuperação mais rápida em comparação com as técnicas convencionais.

    A Colecistectomia por Videolaparoscopia, um procedimento menos invasivo e mais avançado, traz benefícios significativos para os pacientes, proporcionando um pós-operatório mais tranquilo com menos cortes.

    “Não fazemos nada sozinhos: tudo que realizamos é fruto de parcerias sólidas com o movimento indígena, autoridades de saúde e organizações comprometidas com a melhoria da saúde nas comunidades indígenas”. Afirma o porta-voz da EDS.

    A EDS, uma organização de saúde sem fins lucrativos fundada em 2003 por médicos voluntários, destaca a importância das parcerias para o sucesso de suas iniciativas. O movimento indígena, representado pela FOIRN com o apoio da FUNAI, CONDISI, FUNAI, assim como autoridades de saúde como SESAI e DSEI, desempenha papel fundamental nesse processo.