Entre os dias 23 e 25 de agosto de 2024, a comunidade Campinas do rio Xié foi palco de um evento significativo para os povos indígenas da região do Alto Rio Negro: o II Encontro da Rede Aruak.
Este encontro histórico, realizado pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e as duas coordenadorias: Coordenadoria das Associações Indígenas do Balaio, Alto Rio Negro e Xié (CAIBARNX) e a Coordenadoria das Associações Baniwa e Koripaco (NADZOERI), Terra Indígena Alto Rio Negro, reuniu aproximadamente 250 participantes dos povos Baré, Warekena, Baniwa, Koripako e Tariano, além de representantes dos povos Tukano e Dessano.
O encontro teve como foco principal o fortalecimento político, a organização social e o desenvolvimento socioeconômico dos povos da família linguística Aruak. Através de diálogos, debates e intercâmbio de experiências, os participantes buscaram promover o bem viver em seus territórios, resgatando e valorizando suas práticas socioculturais.
A importância deste encontro está na história de resistência e resiliência desses povos. Desde a chegada dos primeiros invasores no século XVII, que alteraram profundamente a organização política e a governança indígena, os povos do Alto Rio Negro enfrentaram séculos de desarticulação e isolamento. Foi apenas no final do século XX que, unidos aos demais povos nativos da região, começaram a se mobilizar novamente em defesa de seus direitos coletivos e territoriais.
Hoje, esses povos estão organizados em diversas associações comunitárias e coordenadorias regionais, como a CAIBARNX e a NADZOERI. O II Encontro da Rede Aruak não apenas celebrou essa organização, mas também delineou os próximos passos para o contínuo fortalecimento de suas comunidades.
Com o apoio de instituições como a FUNAI CR RNG, ISA e PORTICUS, o encontro foi um momento de união e planejamento para o futuro dos povos Aruak e suas gerações vindouras.
A realização do evento pela CAIBARNX e a NADZOERI como uma das coordenadorias regionais da FOIRN simboliza um passo adiante na jornada desses povos em busca de autonomia, reconhecimento e sustentabilidade.
O próximo encontro já tem data marcada: julho de 2025, em Assunção do Içana, com o tema central “Mudança Climática”. 🌿
Realização: Coordenadoria CAIBARNX e NADZOERI – FOIRN
A semana de mobilização das mulheres destaca a Força e a Resiliência das Mulheres Indígenas de Iauaretê que também reuniu membros das comunidades locais.
A assembleia extraordinária realizada no dia 8 de agosto foi um momento importante para a Associação das Mulheres Indígenas de Iauaretê (AMIDI), onde se discutiu e aprovou atualizações no estatuto da associação. Essas mudanças visam fortalecer a estrutura organizacional, garantindo uma participação mais ativa e protagonismo das mulheres indígenas nos projetos e ações desenvolvidos pela associação.
As discussões em torno da atualização do Estatuto Social focaram em questões essenciais para o crescimento da associação e para a promoção de iniciativas que reforcem as atividades já em andamento, como a defesa dos direitos das mulheres e a geração de renda. Estas são etapas fundamentais para assegurar que as mulheres indígenas não apenas sobrevivam, mas prosperem, mantendo suas tradições e contribuindo para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades.
A XI Assembleia Geral Ordinária Eletiva da AMIDI, ocorrida no dia seguinte, 9 de agosto, teve como objetivo eleger a nova diretoria para um mandato de quatro anos. A presença e participação tanto de mulheres quanto de homens ressaltou a importância da AMIDI na superação dos desafios enfrentados pelas mulheres indígenas da região. Com a nova diretoria no comando, a AMIDI está pronta para continuar sua jornada na defesa dos direitos das mulheres indígenas e na promoção de práticas sustentáveis que honrem a cultura local e o artesanato.
A presença da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) foi significativa, com a participação e presença da diretora de referência da região da COIDI, a vice-presidente Janete Alves, os técnicos dos diversos departamentos como membros de setores como a gerente da casa Wariró, Gerente Administrativa/financeira e Assistente de monitoramento do Fundo Indígena do Rio Negro, Secretaria das Associações, Departamento da Juventude e Departamento Jurídico.
A colaboração entre a AMIDI e a FOIRN, bem como a representação da FUNAI – CR Rio Negro (através do Coordenador Técnico Local), demonstra uma união de esforços que é fundamental para o avanço dos direitos indígenas e para o fortalecimento da autonomia das comunidades.
Este evento é um exemplo inspirador do poder da organização coletiva e da importância da liderança feminina indígena. Ele destaca a necessidade contínua de apoiar as mulheres indígenas em suas lutas por direitos e reconhecimento, e serve como um chamado à ação para todos aqueles comprometidos com a justiça social e a sustentabilidade. A semana de mobilização em Iauaretê é um lembrete de que, quando as mulheres se unem, mudanças significativas são possíveis.
Aliança e o Fortalecimento do movimento indígena do Rio Negro é marcado com a presença de lideranças fundadoras desta organização e dos parceiros institucionais
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) celebrou um marco significativo em sua história com a posse da nova diretoria para a gestão 2024-2028. A cerimônia, realizada no auditório do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), foi um evento vibrante que reuniu lideranças indígenas de várias gerações, desde os fundadores até os atuais líderes que têm se dedicado incansavelmente à defesa dos povos indígenas do Rio Negro.
A FOIRN tem sido uma voz ativa na luta pelos direitos indígenas, promovendo o desenvolvimento sustentável e a preservação cultural dos 24 povos indígenas e das mais de 750 comunidades que representa na região do Rio Negro. Esta região, conhecida por sua biodiversidade e importância ecológica, é também uma das áreas mais preservadas da Amazônia brasileira, localizada na tríplice fronteira com a Venezuela e a Colômbia.
Nova diretoria empossada, coordenadores com as liderança Marivelton Baré, Nildo Fontes Tukano ex diretor presidente e vice – presidente da Foirn.
A cerimônia de posse foi um reflexo da rica tapeçaria cultural dos povos do Rio Negro, com apresentações de danças tradicionais que trouxeram vida e cor ao evento. Um dos momentos mais emblemáticos foi a entrada de artefatos indígenas, como o cocar e a tiara, que simbolizam a transferência de responsabilidade e liderança. A dança Carriçú, em particular, foi uma expressão poderosa da identidade e do espírito comunitário desses povos.
A nova diretoria é liderada por Dario Baniwa como diretor-presidente, acompanhado por Janete Alves Dessana como diretora vice-presidente, e outros três membros da diretoria Carlos Neri Piratapuya, Hélio Gessem Tukano e Edson Gomes Baré, que foram eleitos durante uma assembleia ordinária da FOIRN, com a participação ativa de lideranças da região. A transição de liderança foi marcada pela colocação do cocar no novo presidente, um gesto simbólico realizado pelo ex-diretor presidente Marivelton Baré, que liderou a instituição por dois mandatos consecutivos como presidente e um mandato como diretor executivo.
A presença de representantes de instituições parceiras e a participação de coordenadores e articuladores regionais recém-empossados destacam a importância da colaboração e do apoio mútuo entre diferentes organizações e o movimento indígena.
A aliança entre a FOIRN e a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) foi reafirmada, com um chamado para a união e o fortalecimento do movimento indígena frente aos desafios políticos e ambientais atuais.
Dadá Baniwa, a primeira mulher indígena a assumir a coordenação regional da FUNAI no Rio Negro, realizou uma homenagem significativa através da entrega de um artesanato representado por uma arara, um símbolo poderoso da diversidade cultural da região. Este gesto foi um reconhecimento do trabalho incansável de Marivelton Baré na defesa e promoção dos direitos dos povos originários, refletindo o respeito e a gratidão pelas suas contribuições valiosas.
Este evento não apenas celebra a continuidade da liderança e do ativismo indígena, mas também reforça o compromisso com a defesa dos direitos dos povos originários e a preservação de suas terras e culturas. A cerimônia de posse da FOIRN é um lembrete inspirador da resiliência e da riqueza cultural dos povos indígenas do Rio Negro, e um testemunho do seu papel vital na conservação da Amazônia para as futuras gerações.
Marivelton Baré, em seu papel de liderança, ressaltou a necessidade vital de proteger os direitos dos povos indígenas do Rio Negro. Ele enfatiza a importância de serem consultados previamente sobre projetos que possam impactar suas terras e modos de vida, conforme estabelecido pela Convenção 169 da OIT. Através de um protocolo de consulta, busca-se garantir que todas as vozes sejam ouvidas e que os direitos coletivos e a diversidade cultural sejam respeitados e preservados e firmou o compromisso no apoio a nova diretoria como liderança.
Dario Baniwa, em seu momento de pronunciamento, expressou sua gratidão de forma tocante: “Neste momento solene, eu agradeço ao meu povo Baniwa, Koripako e os demais que compõe os 24 povos indígenas que constituem esta federação – muito obrigado!”
“Agradeço aos delegados da assembleia que confiaram aqui em nós das nossas regiões, as lideranças históricas o meu respeito, nesta oportunidade pedindo apoio para continuar a luta dos 24 povos indígenas por meio desta federação, agradecer aos colegas aqui membro desta diretoria entrante com desafios nos próximos 4 anos. Por fim, convido a todos (as) a nos acompanhar, cooperar conosco nestes desafios nos próximos anos reconstruindo o nosso bem viver e sustentabilidade.”
Destacamos que durante o discurso de Dário Baniwa, ele lembrou da Articulação política e dar visibilidade a promoção ao reconhecimento das áreas em processo de demarcação no município de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, direitos aos territórios e incidência no Poder Judiciário que visem à efetivação dos direitos territoriais; A governança e gestão territorial são essenciais para proteção e bem viver dos povos indígenas e por isso mesmo, devem ser fortalecidas e pactuadas pelo movimento indígena, sociedade civil e instituições não governamentais e instituições governamentais a fim de se custear a implementação dos Planos de Gestão territoriais e ambientais das terras indígenas, fazer respeitar ao protocolo de consulta, a fim de garantir a proteção territorial, infraestrutura, banco de dados e indígenas no mapa de respeito; O fortalecimento da rede de associações indígenas do Rio Negro é fundamental para essa governança e gestão territorial e ambiental de nossas terras indígenas. As parcerias e realizar formação de seus integrantes e equipes é a garantia de floresta em pé, segurança alimentar, valorização de conhecimentos tradicionais por meio de tecnologias ancestrais e manejos dos mundos de nossas vidas; Hoje não vivemos mais somente de nossas culturas, de nossos conhecimentos milenares. Neste contexto é muito importante considerarmos e valorizar também os conhecimentos interculturais, produzindo inovações e com criatividades fazer a proteção da diversidade socioambiental da Amazônia. E uma coisa prática de forma de grande impacto precisamos dar prioridade na articulação da criação e implantação do Instituto do Conhecimento Indígena e Pesquisa do Rio negro – ICIPRN, pronto desde ano de 2014 que fortalecer a cadeia produtiva de sociobioeconomia indígena e economia indígena, além da formação técnica e científica dos indígenas. Não podemos deixar de fomentar a equidade de gênero e geracional, auto cuidado, combate as violências, promoção da saúde emocional e melhores condições para o exercício do trabalho em rede de cooperação tendo em vistas a incidência política e garantia dos direitos indígenas e coletivos; Nacional e internacionalmente devemos promover e pautar os seguintes: Bem viver dos povos indígenas contra racismo-violências que sofrem os povos indígenas; Combate a Mudança Climática procurando entender e trazer projetos de credito de carbono e REDD+, Pagamentos por Serviços Ambientais que mantem a floresta em pé; Bem viver e valorização de Ciências e Tecnologias Ancestrais, fundamentais para sustentabilidade e longevidade da humanidade e da terra;
Janete Alves, a diretora vice-presidente e única mulher na diretoria, expressou sua profunda gratidão aos familiares, à sua equipe de coordenação e às associações de base pelo apoio contínuo. Sua reeleição como referência de sua coordenação COIDI é um testemunho de sua dedicação e resiliência, destacando a importância da representação feminina em posições de liderança e a força necessária para superar os desafios em um ambiente predominantemente masculino.
O demais diretores Carlos Neri, Hélio Gessem e Edson Gomes apresentaram que dedicação e o compromisso com o movimento indígena do Rio Negro são inspiradores. Eles não apenas reconhecem o apoio de suas famílias e das coordenadorias regionais, mas também reafirmam seu compromisso com a instituição. Essa atitude reflete uma profunda responsabilidade e um desejo genuíno de contribuir para o avanço e o bem-estar das associações indígenas representadas pela FOIRN.
Os fundadores da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) são figuras emblemáticas que representam a luta e a resistência dos povos indígenas da região do Rio Negro. Em 1987, durante um período de intensa reivindicação pelos direitos indígenas no Brasil, a FOIRN foi estabelecida como uma resposta às ameaças de garimpo ilegal, extração de recursos naturais e exploração do trabalho indígena. Os fundadores da FOIRN se uniram sob o lema “Terra e Cultura”, com o objetivo de defender o território e valorizar a cultura dos povos que habitam a região há pelo menos 3 mil anos.
A organização nasceu em um contexto de redemocratização do Brasil, quando o país estava redigindo sua nova Constituição. Os direitos originários dos povos indígenas precisavam ser assegurados, o que culminou na inclusão do artigo 231 na Constituição Federal, garantindo o reconhecimento das terras tradicionalmente ocupadas pelos indígenas. Os fundadores da FOIRN, portanto, desempenharam um papel importante na luta pelos direitos indígenas durante um momento histórico significativo para o país.
Entre os fundadores, destaca-se Gersem Baniwa, que dirigiu o documentário “O caminho de Amália”, e que é reconhecido por seu trabalho na educação e na luta pelos direitos indígenas. A história da FOIRN é marcada por essas personalidades que, com suas visões e esforços, contribuíram para a preservação da identidade cultural e dos direitos dos povos indígenas do Rio Negro. A organização continua a ser uma referência mundial na defesa dos povos indígenas, representando uma aliança de cerca de 24 povos indígenas e 18 línguas faladas na região do Rio Negro.
Nesta segunda-feira, 1º de julho de 2024, a diretoria atual e eleita da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu-se com o General Nilton Diniz Rodrigues, Comandante da 2ª Brigada de Infantaria de Selva/SGC, para tratar da continuidade de parcerias entre esta Organização Não Governamental indígena e o Exército brasileiro atuante nas regiões transfronteiriças com a Colômbia e Venezuela.
Esse encontro foi marcado por um diálogo relevante e colaborativo, além de reforçar as parcerias entre a FOIRN e o Exército Brasileiro atuante nas regiões, foram apresentadas diversas demandas de interesse dos povos indígenas dos distritos localizados nas fronteiras, incluindo a energia renovável fotovoltaica, a segurança no território contra o garimpo e o turismo ilegal, e o narcotráfico, nos quais a atuação da operação se deu muito bem envolvendo o policiamento local.
Também foi discutida projetos futuros em parcerias, como por exemplo, para a manutenção da BR 307 até o distrito de Cucuí estiveram em pauta, com o comprometimento da FOIRN, através do atual diretor presidente, Marivelton Baré, em articular com o Ministério dos Povos Indígenas, Meio Ambiente e o Presidente do ICMBio para viabilidade desse projeto coletivo que deve se somar junto ao exército.
A importância estratégica da BR 307, sobretudo durante o período de estiagem, foi ressaltada pelo General Nilton Diniz, que reconheceu o potencial da via para atender as necessidades da população em geral. Esta troca de informações e colaboração mútua evidencia o compromisso das partes em buscar soluções conjuntas para o desenvolvimento e bem-estar das associações e comunidades envolvidas.
Estiveram presentes:
Marivelton Baré – Diretor presidente;
Janete Alves Dessana – Diretora;
Adão Henrique Baré – Diretor;
Edison Gomes Baré – Diretor novo eleito;
Hélio Gessem Tukano – Diretor novo eleito;
Comunicação e Assessoria Jurídica.
General Nilton Diniz Comandante da 2ª Brigada e o Coronel Franklin
Lideranças se reuniram para fazer valer a democracia no movimento indígena, elegendo o diretor presidente para a gestão de 2024 a 2028.
Nesta sexta-feira, 28/06, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu lideranças representantes de diferentes associações para avaliar, discutir e eleger o diretor presidente durante a XVII Assembleia Geral Ordinária Eletiva da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), realizada no auditório do Instituto Federal do Amazonas, Campus São Gabriel – AM.
Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.
Os cinco diretores eleitos, reeleitos e reconduzidos durante as assembleias eleitorais nas coordenadorias regionais colocaram-se à disposição para concorrer ao cargo de presidência da FOIRN na gestão de 2024 a 2028.
Comissão Eleitoral formada pela Assessoria Jurídica da FOIRN, as instituições parceiras: COIAB, FAS e Diocese de São Gabriel da Cachoeira.
Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.
Cada candidato teve a oportunidade de apresentar suas propostas e convencer as delegações no tempo de cinco minutos, mostrando seus objetivos, metas e anseios para dar continuidade e lutar para melhorar a representatividade do movimento indígena do Rio Negro através desta tão renomada organização e suas associações de base.
Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.
“Quero antes de tudo pedir aos senhores que estão aqui presentes, vamos respeitar essa nossa maior organização que temos aqui. Disponho o meu nome para que vocês decidam. Todos nós somos diretores desta instituição, seja qual for a posição em que vou ficar, portanto temos um instrumento a seguir nesta gestão com apoio de cada um de vocês”. Edison Gomes Baré – Diretor de referência da CAIBARNX.
Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.
“Tenho uma militância no movimento indígena desde 1994. Tenho participado na militância da minha associação de base e da CAIMBRN. A minha história no movimento indígena não está somente no médio rio negro, mas sim em toda a região do Rio Negro, pois participei de todos os níveis das instâncias de decisão da FOIRN. Com essa experiência e vivência, coloco-me à disposição como candidato à presidência da FOIRN, valorizando sempre a classe da juventude. Tenho sempre incentivado a juventude na coordenadoria: são todas mulheres jovens prontas a contribuir. Não tenho dúvidas de que vocês, mulheres e jovens, terão o meu apoio. Quem quer ser presidente precisa assumir toda a FOIRN, não apenas a sua coordenadoria. Quero manter o patamar em que a FOIRN se encontra hoje e as parcerias e apoiadores que a FOIRN tem”. Carlos Neri Piratapuya – Diretor de Referência da CAIMBRN.
Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.
“Eu faço parte do movimento indígena iniciado pela minha associação de base, fui 2º secretário da AMIRT e articulador da juventude no departamento DAJIRN. Quero cumprir o estatuto e precisamos fortalecer as mulheres e a juventude. Desejo dialogar bastante com as coordenadorias, para que na próxima eleição possamos trazer mais jovens para a plenária. O sangue que carrego é de grandes lideranças ancestrais”. Hélio Gessem Tukano – Diretor de Referência da DIAWI’Í.
Foto: Kamikia Kisedje.
“A minha coordenadoria me disponibilizou para seguir com a FOIRN junto à diretoria sendo reconduzido para essa gestão, para representar o movimento indígena do Rio Negro como um todo nacionalmente e internacionalmente. Para isso, precisamos manter essa estrutura, valorizando a cultura, junto com as lideranças. Quero convidar os jovens e mulheres para fortalecer, junto ao nosso movimento, com parcerias institucionais e também contando com os financiadores que são apoiadores desta causa. Que as nossas associações possam ser potencializadas, que possamos garantir a autonomia e fortalecer o controle social, serei um diretor presidente aberto para diálogo. Na prática, precisamos mostrar que a FOIRN vai continuar sendo essa representação importante”. Dario Baniwa – Diretor de referência da Nadzoeri.
Foto: José Paulo – Comunicador indígena da rede Wayuri.
“Sou diretora reeleita na minha coordenadoria, me apresento como candidata à presidência da FOIRN, e me coloco à disposição. Ser uma mulher indígena não é fácil, conto com o voto de jovens, mulheres e homens. Estou preparada para dar continuidade à FOIRN e lutar pela melhoria desta instituição, tendo em vista a minha experiência representando a instituição nacional e internacionalmente durante a gestão atual”. Janete Alves Dessana – Diretoria de referência da CODI.
Os delegados votaram seguindo a ordem da Comissão eleitoral, e o resultado ficou da seguinte maneira:
Mais de 220 lideranças se reúnem para fortalecer as Associações Indígenas, união de líderes para avaliar e buscar soluções conjuntas para desafios e oportunidades que se apresentam no cenário atual.
Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.
Nos dias 27 e 28 de junho a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu lideranças representantes de diferentes associações para discutir questões de extrema importância durante a XVII Assembleia Geral Ordinária Eletiva da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), realizada no auditório do Instituto Federal do Amazona, Campus São Gabriel – AM.
Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.
Foi muito importante a presença ativa dos delegados, participantes, apoiadores e colaboradores no evento que foi um espaço de reflexão, troca de experiências e definição de estratégias para promover a sustentabilidade ambiental, cultural e econômica das populações indígenas do Rio Negro.
Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.
Foram apresentados os desafios e avanços dos trabalhos dos departamentos Técnicos e políticos, como a Educação Escolar indígena, Mulheres indígenas do Rio Negro, Adolescentes e Jovens indígenas do Rio Negro, Negócios socioambientais, Fundo Indígena do Rio Negro, Departamento de Comunicação e o Conselho Diretor. Após isso, os delegados e lideranças avaliaram em seus grupos de trabalho – GT, com apresentações por cada cinco coordenadorias regionais.
Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.
Além disso, as discussões abordaram questões fundamentais para as comunidades indígenas, tais como a preservação da cultura, a valorização das tradições ancestrais, a sustentabilidade ambiental e as relações com as instituições governamentais. Os representantes também destacaram a importância de fortalecer parcerias estratégicas com organizações não governamentais e setor privado para promover o desenvolvimento econômico e social das populações indígenas.
Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.Foto: José Paulo – Comunicador da Rede Wayuri.
As instituições parceiras da Federação também tiveram a oportunidade de apresentar a atuação no território conforme o acordo de Cooperação Técnica. O Instituto Socioambiental, Fundação Nacional dos Povos Indígenas CR RNG, ICMBio, Fundação da Amazônia Sustentável – FAS, Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB, Conselho Indígena de Roraima – CIR, Fundo Podáali, Articulação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (APIAM) e Fórum de Educação Escolar Indígena do Amazonas (FOREIA).
Para mais detalhes dessas apresentações, assista a live no canal oficial da FOIRN através do Youtube.
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), reuniu 150 delegados com o poder e voz, esses foram escolhidos durantes as assembleias eletivas regionais nas cinco coordenadorias, representando suas associações de bases e comunidades indígenas e, além deles, os participantes, convidados e colaboradores estiverem presente na V Assembleia Geral Extraordinária, com o objetivo de revisar e atualizar o estatuto social da organização que são passos fundamentais para garantir que a estrutura organizacional esteja alinhada com as necessidades atuais das associações indígenas de base do Rio Negro.
GT CAIMBRN. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.
Durante a Assembleia houve apresentação das Propostas de alterações que foi feita por cada coordenadoria apresentando suas propostas de alterações e mudanças ao estatuto. Essas propostas vão abranger diversos aspectos, como objetivos da organização, estrutura organizacional, direitos e deveres dos associados, processos eleitorais, entre outros.
GT DIAWI’Í. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.
A Análise das Propostas foram discutidas detalhadamente pelos representantes das associações indígenas presentes na assembleia. Foi essencial garantir que todas as vozes sejam ouvidas e que houve espaço para esclarecer dúvidas e debater as implicações de cada proposta.
GT CAIBARNX. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.
Após as discussões, as propostas foram votadas para aprovação por delegados presentes na plenária. Foi muito importante que o processo de votação tenha sido feito com transparência e democracia, respeitando os procedimentos estabelecidos no atual estatuto e nas regras da assembleia.
GT COIDI. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.
Redação do Novo Estatuto foi designada a assessoria jurídica que é responsável pela redação. Esta equipe garantiu que todas as mudanças aprovadas sejam incorporadas de forma coesa e consistente, seguindo as diretrizes legais e organizacionais pertinentes.
GT NADZOERI. Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.
Após a consulta final e eventuais ajustes, o novo estatuto foi ratificado oficialmente pela V Assembleia Geral Extraordinária da FOIRN. A implementação das novas diretrizes e procedimentos entra em vigor conforme estabelecido no próprio estatuto.
A participação do DSEI – ARN
Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.Foto: José Paulo – Comunicador Indígena da Rede Wayuri.
A FOIRN garante que o processo seja transparente e inclusivo, com participação efetiva das lideranças eleitas representantes de suas associações de base na tomada de decisões para assegurar que o novo estatuto esteja em conformidade com a legislação vigente e que seja consistente com os princípios e valores da FOIRN.
Saiba mais detalhes no canal oficial da FOIRN no Youtube @foirn
A FOIRN promoveu um evento no auditório Wayuri do IFAM-Campus SGC para discutir os avanços, desafios e perspectivas do movimento indígena da região do Rio Negro.
Hoje, dia 25 de junho, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) promoveu o Encontro de Lideranças do Rio Negro, um evento fundamental para a avaliação dos avanços, desafios e perspectivas do movimento indígena da região. Este encontro está sendo realizado no auditório Wayuri do Instituto Federal do Amazonas, localizado no campus de São Gabriel da Cachoeira.
Dadá Baniwa – Coord. CR-RNG. Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.
Líderes e representantes das coordenadorias e associações de base representando as comunidades indígenas estão reunidos para compartilhar experiências, discutir estratégias e fortalecer a união em prol dos direitos e do desenvolvimento sustentável das populações indígenas do Rio Negro. A troca de conhecimento e a construção de diálogos construtivos são elementos essenciais para o fortalecimento da luta indígena, e este encontro representa um importante marco nesse processo.
Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.
As 150 Lideranças e delegados junto às representações de instituições parceiras indígenas e apoiadores, estiveram presentes desde a cerimônia de abertura iniciou com uma dança tradicional de abertura de Dabucury apresentado pelo grupo de dança da comunidade Itaquatiara mirim, Cacique Luiz Laureano Baniwa, toda a programação foi mediada por Edison Baré e Hélio Tukano, ambos são diretores eleitos para a nova gestão de 2024 a 2028.
Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri. Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.
A linha do tempo da FOIRN contada por duas importantes lideranças Renato Matos e Maximiliano Menezes ambos do povo Tukano e já foram diretores das gestões anteriores da Organização, esse momento foi destacado com a importância histórica da FOIRN desde sua fundação em 1983, quando conseguiu aprovar seu estatuto social, apesar das diversas alterações que o estatuto sofreu ao longo dos 37 anos.
Trabalhos em Grupo por coordenadoria
Nos Desafios e Conquistas foram mencionadas dificuldades iniciais das lideranças para se deslocarem por falta de recursos, além de desafios políticos internos enfrentados pela FOIRN ao longo do tempo, porém com o avanço da incidência política no movimento indígena do Rio Negro, a estrutura e reconhecimento da Federação cresceu e se tornando uma das organizações exemplar a nível regional, estadual, nacional e internacional.
Graças a parcerias e apoios, o evento conta com a participação de parceiros de instituições e organizações indígenas da Amazônia brasileira.
Foto: Rede WFoto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.
“Essa organização surgiu para unir os povos do Rio Negro, com lideranças que não negociam em nome dos parentes, o verdadeiro líder não se vende e se se sacrifica pelo seu povo. Precisamos que as lideranças natas defendam seus povos e causa em qualquer lugar e não pular para outro lado contra e criticando a FOIRN”. Disse Marivelton Baré – Diretor presidente da FOIRN.
Renato Matos destaca que a trajetória da FOIRN está intimamente ligada aos fatores políticos internos que influenciam o movimento. Um desses aspectos mencionados por ele é a valorização das músicas tradicionais adaptadas. Isso sugere que as mudanças políticas dentro da FOIRN e outras organizações indígenas não apenas moldam suas estratégias e direções, mas também têm impacto nas práticas culturais, como a música.
Maximiliano Menezes, ao lembrar das primeiras mobilizações feitas pelos povos tukanos do rio Tiquié, proporcionou uma visão de linha do tempo da FOIRN desde sua fundação até os dias atuais, comparando os avanços ao longo dos 37 anos de existência da organização.
Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri. Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.
Esse tipo de retrospectiva histórica é fundamental para entender a evolução do movimento indígena no Rio Negro e o papel significativo que a FOIRN desempenhou nesse processo. Ao longo desses anos, a FOIRN enfrentou uma série de desafios e conquistas, moldando-se e adaptando-se às necessidades das associações de base e comunidades indígenas da região.
Foto: Jose Paulo – Comunicador Rede Wayuri.
Essa comparação ao longo do tempo não apenas destaca os marcos alcançados, como a fundação e eventuais mudanças estruturais da organização, mas também pode refletir sobre os desafios persistentes e as aspirações futuras das comunidades indígenas do Rio Negro, especialmente em um contexto de mudanças políticas e ambientais significativas na Amazônia brasileira.
Para mais detalhes assista a transmissão ao vivo gravada no canal oficial da FOIRN no endereço @foirn.
Equipe técnica da FOIRN e lideranças participam da Agenda de Transição da CAIMBRN em Santa Isabel do Rio Negro – AM.
No período de 19 a 21 de junho de 2024, no município de Santa Isabel do Rio Negro, foi realizado os trabalhos da Agenda de Transição da Coordenadoria das Associações Indígenas do Médio e Baixo Rio Negro (CAIMBRN), o objetivo principal foi discutir, planejar e organizar a equipe eleita para a nova gestão de 2024 a 2028.
Carlos Neri Piratapuia- Coordenador Regional atual da CAIMBRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRNJoão Barroso Baré – Vice Coordenador Regional atual da CAIMBRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRNGicely Baré – Coordenadora do Departamento de Comunicação da FOIRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN
Trabalho inédito de transição da diretoria da coordenadoria e diretor de referência da CAIMBRN, uma das cinco coordenadorias regionais da Federação das Organizações Indígena do Rio Negro (FOIRN), com a finalidade de assegurar uma passagem de responsabilidade eficiente, garantindo a continuidade e o desenvolvimento das atividades e projetos em andamento, além de promover a integração e colaboração entre a equipe atual e os recém-eleitos que vão atuar desde uma parte do Município de São Gabriel da Cachoeira, nas áreas de Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos.
Marcos Zedan Baré – Coordenador Recém eleito da CAIMBRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN
Destacamos que o coordenador regional recém-eleito, Marcos Zedan Catarine indígena do povo Baré, é o segundo mais novo na história CAIMBRN, com apenas 20 anos de idade, natural do município de São Gabriel da Cachoeira, atualmente reside no município de Santa Isabel do Rio Negro, no qual vai assumir essa responsabilidade. A sua trajetória iniciou em 2021 como serviços gerais e atualmente como assistente administrativo na coordenadoria, essa nova função representa uma nova era de liderança jovem na região, trazendo consigo energia, entusiasmo e uma perspectiva aprazível.
Marivelton Rodrigues Baré – Diretor Presidente atual da FOIRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN
O compromisso e o empenho de Marivelton Baré, liderança que começou a sua trajetória no movimento indígena no médio Rio Negro, na associação de base ACIMRN, são evidentes em todas as suas ações em prol do movimento indígena. Sua liderança inspiradora e dedicada tem sido fundamental para promover a conscientização e a defesa dos direitos das comunidades indígenas ao longo dos anos.
Como diretor presidente e figura de referência na região, Marivelton Baré tem implementado projetos inovadores e desempenhado um papel fundamental na busca por maior inclusão e equidade para os povos indígenas. Sua trajetória é um verdadeiro exemplo de perseverança e comprometimento, servindo de inspiração para as gerações presentes e futuras.
Heraldina Dessana – Coord. do Departamento Financeiro da FOIRN Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRNNatália Palheta – Técnica de Turismo da FOIRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRNLuciane Lima Tariano – Coord. do Depto. Negócios Socioambiental da FOIRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN
Esta transição é uma etapa valiosa para a sustentabilidade e o crescimento contínuo da organização, e envolve a transferência de conhecimento, responsabilidades e planos estratégicos, em um processo cuidadosamente planejado e executado para manter a estabilidade e excelência da gestão.
Sandra Gomes Baré – Tesoureira Suplente recém – eleita da CAIMBRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRNZegadilha Yanomami – Secretário recem eleito da CAIMBRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRNJoão Neves Galibi Marworno -Assistente Adm. da nova gestão da CAIMBRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN
Durante este período, foram abordados aspectos importantes para o sucesso da gestão, incluindo a definição de táticas, a distribuição de responsabilidades entre os membros da equipe e a implementação de um plano de ação abrangente que promova a eficiência e a inovação.
Adriano de Oliveira – Depto. Jurídico da FOIRN. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN
A atividade foi encerrada com a comemoração oficial dos 20 anos da CAIMBRN e a posse da Coordenação Regional. A cerimônia de posse da Coordenação Regional simboliza não apenas a transição de liderança, mas também o compromisso renovado de cada membro com os valores e princípios fundamentais que norteiam a CAIMBRN.
Membros da Comissão Fiscal da Coordenadoria. Foto: Joelson Felix DECOM/FOIRN.
Importante destacar a participação das seguintes pessoas:
Marivelton Rodrigues Barroso – Diretor Presidente atual da FOIRN e de referencia da CAIMBRN (2021-2024).
Carlos Neri – Coordenador regional atual da CAIMBRN (2021-2024) e Novo Eleito como diretor da FOIRN e de referência da coordenadoria;
Articuladoras de Mulheres, Jovens e Educação;
Membros da Comissão Fiscal da Coordenadoria;
Membros que fazem parte do Conselho Diretor da FOIRN. (Eles vão garantir a eficácia e transparência das atividades administrativas, assegurando o cumprimento das responsabilidades financeiras e a conformidade com as normas estatutárias da coordenadoria e da FOIRN.)
Coordenadores e membros dos Departamentos de Comunicação, Financeiro, Negócios Socioambiental, Jurídico e Educação Escolar Indígena.
Realização: CAIMBRN e FOIRN.
Apoio: ALIANÇA PELO CLIMA – APC, BEZOS EARTH FUND AMAZON, NIA TERO, EMBAIXADA REAL DA NORUEGA – ERN E RAINFOREST FOUNDATION NORWAY – RFN.
Em 02/06, a comunidade Tapurucuara mirim sediou a Assembleia Extraordinária da Associação das Comunidades Indígenas do Baixo Rio Negro (ACIBRN).
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), através de sua coordenadoria regional CAIMBRN e o departamento jurídico e a profissional de turismo estiveram na realização da Assembleia Extraordinária da Associação das Comunidades Indígenas do Baixo Rio Negro (ACIBRN), umas das Associações filiada à FOIRN que elegeu uma nova diretoria para a gestão da associação.
É importante destacar que esta associação é uma das primeiras a implementar o PGTA por meio do projeto de turismo de base comunitária de pesca esportiva do Rio Marié, com o total apoio da Foirn em parceria com o instituto Socioambiental (ISA), IBAMA, FUNAI e a empresa Untamed Angling do Brasil (UAB).
Comissão Eleitoral. Foto: Reprodução.Foto: Reprodução.Carlos Neri – Coordenador regional atual e recém eleito diretor da Foirn de referencia da CAIMBRN, Natália Palheta – Técnica em Turismo e Adriano Oliveira – Advogado da FOIRN. Foto: Reprodução.
Esse é um dos maiores e mais importantes dessfios de gestão da Associação para dar continuidade ao projeto que tem beneficiado as 15 comunidades associadas.
É expressamente importante a participação das comunidades indígenas na gestão de seus próprios assuntos. Com 15 comunidades representadas por suas lideranças, essa assembleia certamente proporcionou um fórum importante para discutir questões relevantes e tomar decisões que impactam diretamente suas vidas e o futuro do território.
A FOIRN e seus parceiros estão desempenhando um papel importantíssimo no fortalecimento das vozes indígenas e na promoção da autodeterminação e do desenvolvimento sustentável nas comunidades dos povos originários.
Nova diretoria
Presidente: Valdemir França
Vice – presidente: Francisco de Andrade Neto
Secretário Titular: Argemiro Lourenço
Secretário Suplente: Edinaldo Pascoal
Tesoureiro Titular: Pedro Vaz
Tesoureiro Suplente: Rosinildo da Silva
Presidente: Valdemir França. Foto: Reprodução.Vice – presidente: Francisco de Andrade Neto. Foto: Reprodução.Tesoureiro Titular: Pedro Vaz Tesoureiro Suplente: Rosinildo da Silva. Foto: Reprodução.Secretário Titular: Argemiro Lourenço Secretário Suplente: Edinaldo Pascoal. Foto: Reprodução.