Tag: São Gabriel da Cachoeira

  • FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL  PARCERIA ENTRE FOIRN E ISA

    FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL  PARCERIA ENTRE FOIRN E ISA

     O fortalecimento das duas instituições para os trabalhos no território do Rio Negro

    Rodrigo Junqueira secretário executivo do Instituto socioambiental (ISA) e Marivelton Rodrigues Baré Diretor Presidente da Federação das Organizações indígenas do Rio Negro (FOIRN) Foto: Reprodução

    Na manhã desta quarta (04/05), Marivelton Rodrigues Baré Diretor Presidente da Federação das Organizações indígenas do Rio Negro (FOIRN) reuniu – se com o Rodrigo Junqueira secretário executivo do Instituto socioambiental (ISA) em Brasília – DF, para tratar da parceria e dos trabalhos em conjunto, para o fortalecimento das duas instituições nos trabalhos no território do Rio Negro. 

    Com o objetivo de fortalecer a gestão administrativa das organizações e o Fundo Indígena do Rio Negro além das principais linhas de ação que a parceria já realiza   a mais de duas décadas e meia.

    Desde 1993, o Cedi passou a prestar assessoria direta à Foirn, no âmbito de uma proposta de programa de longo prazo. No final de 1994, após o primeiro ano de trabalho e de sua fundação, o ISA implantou uma equipe de trabalho e uma subsede em São Gabriel da Cachoeira com vistas a propor, promover, articular, estimular e apoiar estrategicamente perspectivas de sustentabilidade socioambiental.

    Após a conclusão da etapa das demarcações e homologação das Terras Indígenas, a Foirn e associações filiadas, com o apoio do ISA e de outros parceiros, passaram a se dedicar ao desafio de construir um programa Regional de Desenvolvimento Indígena Sustentável (PRDIS). Esse programa foi publicado em 2003, com recomendações para implantação de projetos demonstrativos participativos nas diferentes sub-regiões do Alto e Médio rio negro.

    Desde então, Foirn e ISA deram prosseguimento aos projetos demonstrativos e de alternativas econômicas, além da implementação técnica, política e conceitual das escolas pilotos indígenas diferenciados.

    Em 2009 Foirn e ISA assinaram um Termo de Cooperação Técnica (TCT) para implementar ações conjuntas no âmbito do Programa de Proteção e Promoção dos Povos Indígenas, com objetivos semelhantes: Gestão dos territórios indígenas, considerando proteção e fiscalização, fomento à construção e plano nos de etnodesenvolvimento, promoção e valorização da cultura. 

    E em 2019 foi renovada esse termo, essa parceria que já possuía 25 anos baseada na cooperação, no respeito à diversidade Cultural e na construção de uma sociedade livre, justa e solidária, com a plena consideração aos povos indígenas do rio negro. Nessa renovação foram considerados os anos que desenvolveram em conjunto diversos projetos e atividades, que fortaleceram o associativismo e o desenvolvimento sustentável, e que pretendem dar continuidade aos projetos conjuntos e atividades e interesse das comunidades e organizações que fazem parte da rede coordenada pela Foirn.

    • Assessorar a Foirn e suas organizações afiliadas na realização de projetos e atividades para consecução de seus planos de vida, acordos de convivência e protocolos de consulta.
    • Contribuir com o Fortalecimentos das organizações indígenas que compõem a rede da Foirn, podendo para isso: colaborar na realização de assembleias e reuniões regionais; Assessorar tecnicamente a FOIRN e associações afiliadas para que aconteçam seus direitos e a legislação brasileira; Assessorar a sistematização e publicação da história do movimento indígena e da FOIRN, visando o fortalecimento e luta dos povos indígenas; Apoiar na formação de quadros administrativos dessas organizações; Apoiar na captação de recursos; Assessorar tecnicamente as organizações indígenas para o acesso a políticas e serviços públicos, para que sejam implementados no âmbito das terras indígenas e perímetro urbano.
    • Colaborar na estruturação e planejamento dos projetos de turismo indígena de base comunitária, conforme a legislação vigente e na participação das comunidades e associações locais, podendo para isso: Apoiar a realização de reuniões, estudos técnicos e elaboração de documentos necessários à viabilização das atividades de turismo; Colaborar na formação e assessoria técnica para os povos indígenas administrarem contábil e financeiramente as atividades de turismo, bem como para atuarem nas frentes de trabalho associadas ao turismo; Contribuir para realização de parcerias para realização de diagnósticos e elaboração de propostas que visem soluções para infraestrutura e melhorias dos serviços nas sedes dos municípios que receberão turistas.
    • Assessorar na construção e desenvolvimento das cadeias de valor da sóciobiodiversidade, visando a geração de renda para as comunidades por meio da comercialização de produtos agrícolas, artesanato, entre outros produzidos pelos indígenas, tendo como linha de ação: Assessorar em oficinas e cursos de formação técnica; Colaborar com a elaboração de  diagnóstico e estudos para atendimento da legislação sanitária e ambiental; Participar de reuniões de avaliações e atualizações dos acordos de comércio e prática de manejo; Apoiar o desenvolvimento de produtos indígenas; Assessorar na elaboração de planos de negócio para determinados produtos com potencial de comercialização; Apoiar a construção de casas de beneficiamento; Assessorar na gestão administrativa e financeira das iniciativas produtivas e comerciais.
    • Assessorar na formação de Agentes Indígenas de manejo (AIMAS) no âmbito de iniciativas de manejo ambiental e geração de renda desde que expressamente solicitada pelas comunidades e organizações indígenas, com a possibilidade a de apoio nas seguinte atividades: Oficinas de trabalhos nas comunidades e treinamentos em técnicas e instrumentos de monitoramento; Auxiliar na produção e sistematizaçãonhecimentos interculturais produzidos pelos próprios indigenas nas comunidades e desenvolvimento de informativos e publicaçoes sobre atividades; Assessorar a constução de acordos de convivencia voltados ao manejo dos recursos ambientais; 
    • Apoiar a promoção e fortalecimento das línguas e conhecimentos indigenas, colaborando na realização de atividades que tem escopo de: Apoiar a constução de malocas/casas de saber, via captação de recursos e colaboradores técnicos; Dar continuidade a assessoria do mapeamento de lugares sagrados, bem como editar e publicar as narrativas indigenas sobre essses lugares, a fim de promover o fortalecimento do conhecimento tradicional. Apoiar ações que valorizem as línguas locais com base na lei municipal de cooficialização das línguas indigenas.
    • Apoiar o fortaecimento da rede de comunicadores Indigenas do Rio Negro (Rede Wayuri), com a possivel realização das seguintes atividades: Assessorar a realização de oficinas de trabalho nas comunidades da área de atuação da FOIRN; Contribuir com treinamento para o uso de novas tecnologias da informação e da comunicação; Assessorar os comunicadores da rede wayuri na produção de reportagens em texto, audio e video, e na articulação com a midia regional e nacional.
    • Colaborar de forma mutua na construção de acordos de convivencia entre indigenas e não indigenas em prol da segurança das mulheres, além de promover a participação de mulheres e jovens no escopo de desenvolvimnto do presente termo de compromisso.
  • FOIRN EM PARCERIA COM O ISA PARTICIPAM DA APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROJETO CADEIA DE VALOR FINANCIADO PELA UNIÃO EUROPÉIA

    FOIRN EM PARCERIA COM O ISA PARTICIPAM DA APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DO PROJETO CADEIA DE VALOR FINANCIADO PELA UNIÃO EUROPÉIA

    As economias regenerativas de Povos Indígenas e comunidades tradicionais na região do Rio Negro.

    Pietro Lazzeri Embaixador da Suíça, Luciane Lima – Foirn, Ignacio Ybañez Rubio Embaixador da União Europeia no Brasil, Marivelton Barroso – presidente da Foirn e Romulo Acurio, Embaixador do Peru. Foto: Reprodução

    A convite do Instituto Socioambiental (ISA) e a Delegação da União Europeia, no último dia 03 de maio de 2022 a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), representada por seu Diretor presidente Marivelton Rodrigues Barroso do povo Baré e a Coordenadora do departamento de Negócios Socioambientais Luciane Lima, participaram da apresentação dos resultados e das metas alcançadas nessa parceria do projeto Cadeia de Valor “Territórios da Diversidade Socioambiental” que fomentou formas inovadoras de promover o reconhecimento da economia de povos indígenas e comunidades tradicionais na Amazônia e na Mata Atlântica.

    Neste evento estava presente além do embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybañez Rubio, o embaixador da Suíça,  Pietro Lazzeri e o Embaixador do Peru, Romulo Acurio.

    Marivelton Baré ressaltou a importância da parceria da FOIRN com o Instituto Socioambiental para ter os trabalhos promissores nos âmbitos do projeto cadeia de valor e produtos da socio biodiversidade, e com a União Europeia que foi o parceiro que acreditou e apoiou essa inciativa apresentada não só para o rio negro, mas também para outros territórios no qual teve atuação.

    “Foi uma semente que germinou e acabou crescendo uma arvore que tem uma genealogia de ampliar essa parceria e ter vários resultados nos trabalhos”. Comentou Marivelton

    Só no rio negro são 11 cadeias de valores apoiadas com todo o resultado que tem tido os restaurantes, grandes centros no Brasil e em outros lugares do mundo, como a pimenta Baniwa, cogumelo Ianomami, o óleo de Babaçu e entre outras iniciativas dos povos e comunidades tradicionais.

    “É um momento inédito, onde também teve diversas influencias como a busca por políticas mais padronizada pelo governo que hoje acabaram reconhecendo uma necessidade de poder investir e comprar os produtos do sistema tradicional agrícola dos povos e comunidades tradicionais, ela poder virar uma merenda regionalizada e assim buscar fortalecer cada vez mais inserção de mercado e economia indígena nesses territórios” Afirma Barroso.

    Em comemoração ao dia da Europa, a apresentação foi seguida por um jantar com produtos da Amazônia oferecido pela Chef Bel Coelho, dos restaurantes paulistanos Cuia Café e Clandestino.

  • CNJ  LANÇA OS PRIMEIROS CARTAZES DA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA, TRADUZIDAS EM LÍNGUAS INDÍGENAS DA REGIÃO DO RIO NEGRO

    CNJ LANÇA OS PRIMEIROS CARTAZES DA AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA, TRADUZIDAS EM LÍNGUAS INDÍGENAS DA REGIÃO DO RIO NEGRO

    Garantia dos direitos em tempos de tantos retrocessos aos direitos dos povos indígenas.

    Diretor presidente da Foirn, Marivelton Barroso ao centro, ladeado por autoridades convidados presentes, tradutores indígenas e parceiros desta inciativa. Foto: Admilson de Andrade – Comunicação/FOIRN

    A comitiva do Conselho Nacional de Justiça foi recebida pela Federação das Organizações Indígenas (FOIRN) e Instituto Socioambiental (ISA) no dia 29 de abril na maloca Casa do Saber para lançamento dos cartazes sobre Audiência de Custódia traduzidas nas línguas indígenas da região do Rio Negro.

    O evento foi importante para a garantia dos direitos dos povos indígenas. Em tempos de tantos retrocessos aos direitos indígenas, a Foirn tem muito o que celebrar com mais uma conquista dos povos indígenas que é a tradução dos cartazes sobre Audiência de Custódia nas línguas indígenas Yengatu, Baniwa e Tukano. 

    Estavam presentes também os ilustres convidados do Poder Judiciário que se deslocaram de Brasília para conhecerem a realidade dos povos indígenas que vivem em São Gabriel da Cachoeira, a convite da FOIRN. 

    Os representantes das entidades que realizaram em parceria este trabalho pioneiro e muito importante para os povos indígenas do rio Negro e para o Brasil, estavam presentes os representantes do Conselho Nacional de Justiça, do Tribunal de Justiça do Amazonas, do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes- UNODC, da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro e do Instituto Socioambiental.

    A comunidade Itacoatiara mirim fez uma bela apresentação de suas danças tradicionais para recepcionar as autoridades neste importante evento, liderada pelo cacique Luiz Laureano do povo Baniwa, com o oferecimento de caxiri na cuia feita pelas mulheres da comunidade indígena, bebida tradicional da região do Rio Negro.

    Composição da mesa de autoridades, em destaque a Excelentíssima Senhora Isabella do Amaral – Defensora Pública Estadual – Polo Alto Rio Negro. Foto: Admilson de Andrade – Comunicação/FOIRN

    Nesse evento, também se fizeram presentes as autoridades e representantes locais do município de São Gabriel da Cachoeira.

    Na solenidade de abertura, o diretor presidente fala sobre a importância e responsabilidade que a Foirn tem na defesa dos povos indígenas nesse território que abrange os municípios de (Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira a sede da Federação), com a valorização da cultura e resistência dos povos indígenas diante de um governo que só traz retrocessos e perseguições.

    “Nesses 35 da Foirn, pela primeira vez a gente lança os cartazes de audiência de custódia nas nossas línguas cooficiais aqui do município. Fazendo lembrar que essa federação tem uma responsabilidade na defesa dos povos indígenas nesse território que abarca São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos. Temos leis que garantem o cumprimento e obrigatoriedade das línguas oficiais, mas ela funciona deficientemente nas repartições públicas do município. A Foirn vem sendo uma embaixada dos povos indígenas, pois são 18 línguas faladas, além do espanhol e português. Temos a responsabilidade de valorização cultural e resistência dos povos indígenas diante de um governo que só traz retrocessos e perseguições. Precisamos de mais eficiência no enfrentamento ao narcotráfico, garimpo, álcool, violência contra a mulher. Há uma ineficiência, a gente pede socorro. Povos indígenas e lideranças se preocupam com o território e com a sobrevivência física e cultural. O território é nosso, o mais protegido da Amazônia, a floresta está intacta, a gente sempre fez isso. Essa não é só uma cerimônia de conquista, a gente tem desafios e resiste para exigir. Essa é a nossa casa, nosso parlamento indígena, nossa Casa do Saber. No momento em que vocês se unem aos indígenas e aos direitos humanos, a gente se junta a vocês para o acesso à Justiça dos Povos Indígenas.”  Marivelton Barroso Baré, diretor presidente da FOIRN.

    A Alessandra Korap do povo Munduruku participou do lançamento e falou que a justiça precisa chegar nas bases das organizações indígenas e não o contrário. Ressaltou ainda que Brasília precisa aprender que a língua é uma ferramenta muito importante, que muitas das vezes as portas são fechadas, mas que eles querem que a casa dos povos indígenas seja aberta.

    “… A oportunidade de os parentes terem cartazes traduzidos em língua indígena é muito importante. Aqui é lindo, aqui é maravilhoso o problema ainda não chegou, mas um dia ele vai chegar, nós achávamos com o nosso povo que o problema nunca ia chegar, que esses projetos que estão em Brasília só vão afetar daqui a vinte, trinta ou cinquenta anos. Hoje está afetando diretamente, temos parentes preso, no mundo das drogas e prostituição…. Conselho Nacional da Justiça, que haja justiça mesmo, que haja uma justiça para os povos indígenas e para o meio ambiente, porque sem os povos indígenas não haverá o meio ambiente e sem o meio ambiente não haverá o povo indígena.” Afirmou Alessandra Korap do povo Munduruku.

    Dadá Baniwa, coordenadora do departamento de mulheres indígenas do Rio Negro (DMIRN), parabenizou o trabalho feito pelos tradutores e os envolvidos diretamente. A mesma lembrou dos vinte anos que o departamento completou este ano dentro da Federação, com o objetivo de lutar pelos direitos das mulheres indígenas nas políticas públicas diferenciadas na área de educação, saúde e  sustentabilidade, porém ainda faltam muitas outras coisas principalmente na  área de  justiça. Ela comentou sobre os vários casos de violência contra a mulher, no qual não se sabe como está a situação desses autores desses casos.

    Dra. Renata Vieira, Edson Cordeiro, Alfredo Brazão , Manuele Pimentel, Excelentíssimo Sr. Dr. Luiz Lanfredi e Dra. Luanna Marley . Foto: Admilson de Andrade – Comunicação/FOIRN

    Os tradutores indígenas tiveram a oportunidade de contar como foi a experiência e o desafio que cada um deles teve durante os trabalhos. Um dos maiores desafios e dificuldades no geral foi a tradução literal na língua indígena dos termos jurídicos.

    Edson Cordeiro povo Baré – tradutor na língua Yengatú, Manuele Pimentel do povo Tuyuca – Tradutora na língua Tukano e Raimundo Miguel Benjamin do povo Baniwa (representado pelo Alfredo Brazão) – Tradutor na língua Baniwa.

    Os responsáveis pela iniciativa e acompanhamento foram: Nildo Fontes, Diretor Vice-Presidente e da FOIRN, Excelentíssima Sra. Andrea Jane Silva de Medeiros, juíza Coordenadora das Audiências de Custódia do Tribunal de Justiça do Amazonas, Excelentíssimo Sr. Dr. Luiz Lanfredi, juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional do Tribunal de Justiça, coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema Socioeducativo (DMF/CNJ), Dra. Luanna Marley, Coordenadora Estadual do Programa Fazendo Justiça, Dra. Renata Vieira, assessora jurídica do Programa Rio Negro do Instituto Socioambiental.

  • Foirn avança e fortalece cada vez mais a parceria Institucional

    Foirn avança e fortalece cada vez mais a parceria Institucional

    A federação vem avançando e fortalecendo cada vez mais com a parceria . Camila Oliveira Cavallari, Luciane Lima , Marivelton Rodrigues Baré e Kristian Bengtso. Foto: Reprodução

    Na manhã do dia 02 de maio de 2022, o Diretor presidente da FOIRN Marivelton Rodrigues Baré e a coordenadora do departamento de Negócios Socioambientais, Luciane Lima participaram de uma reunião com os oficiais de projetos Kristian Bengtson e Camila Oliveira Cavallari da Embaixada Real da Noruega, sobre o projeto Fundo Indígena do Rio Negro e Projeto das Coordenadorias Regionais e Departamentos de mulheres e jovens.
    Durante a reunião foi tratado sobre a segurança nos territórios e as iniciativas em andamento.

    A parceria continua para as ações do movimento indígenas na região e também fortalecimento do Fundo no segundo ciclo do projeto.
    E Assim a federação vem avançando e fortalecendo cada vez mais com a parceria.

  • Fortalecimento Institucional das Associações Indígenas do Rio Negro

    Fortalecimento Institucional das Associações Indígenas do Rio Negro

    Repasse dos equipamentos para o a associação ACIRA/Rio Ayari ( Diretor Dario Casimiro do povo Baniwa, Marivelton Rodrigues Barroso do povo Baré e o Silvério Lopes Rodrigues presidente da Associação ACIRA ). Foto: Reprodução

    Na manhã do dia 30 de abril de 2022, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) na pessoa do Diretor Presidente Marivelton Barroso do povo Baré e do diretor de referência da coordenadoria Regional Nadzoeri, Dario Casimiro do povo Baniwa, repassam mais um equipamento completo para a associação ACIRA/Rio Ayari para mobilização nas comunidades e acompanhar as atividades nas Casas de Pimenta, Casa da Castanha do Uará, Cerâmica e Artesanato, Meliponicultura, Psicultura, Casas de Saberes, Centros de Pesquisas Interculturais e Colaborativas/Escolas.  Registramos também que, neste mês foi repassado para a organização OIKAI da região do Alto Rio Içana.

    Esta ação tem o apoio do projeto “Consolidação da rede de Agentes Indígenas de Manejo Ambiental no âmbito da implementação dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) das Terras Indígenas do Alto e Médio Rio Negro”, através da Fundação Moore e Fundo Amazônia.

    Em parceria da FOIRN, ISA e IPÊ, com objetivo do Fortalecimento Institucional das Associações Indígenas do Rio Negro.

    Nos próximos meses será feita novas entregas de triciclos que incluem esta região da Nadzoeri e região da COIDI, para ajuda nas estradas dos trajetos que tem grande dificuldades de transporte da produção, mercadorias, motores e botes das associações e comunidades.

  • Oficina de formação política mobiliza lideranças indígenas

    Oficina de formação política mobiliza lideranças indígenas


    Encontro debate temas como democracia e ameaças aos direitos dos povos tradicionais, mas também aponta estratégias para manter e fortalecer conquistas.

    Participantes da Primeira Oficina Participativa de Formação Política – Foto: Adimilson de Andrade – Comunicação/FOIRN


    Neste Abril Indígena, tivemos mais uma mobilização importante. A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e o Instituto Socioambiental ISA promoveram, nos dias 27 e 28 de Abril, a Primeira Oficina Participativa de Formação Política “Bem Viver indígena e representatividade na política”.


    O objetivo foi fortalecer o conhecimento das lideranças indígenas do Rio Negro sobre temas como democracia, política, os três poderes – Legislativo, Executivo e Judiciário: Mídia e Fake News e as ameaças aos povos indígenas no atual contexto político. O encontro aconteceu na sede do ISA em São Gabriel da Cachoeira (AM).

    Foto: Adimilson de Andrade – Comunicação/FOIRN


    Para compartilhar suas experiências sobre os temas foram convidados o sócio-fundador do ISA, Márcio Santilli, que também é ex-deputado federal e ex-presidente da Funai; o ex-senador pelo Amazonas e ex-presidente da Funai e da Une, João Pedro Gonçalves da Costa; além da liderança do povo Munduruku, Alessandra Korap, e a advogada do ISA-Brasília, Ana Lazo.

    Foto: Adimilson de Andrade – Comunicação/FOIRN

    Presidente da Foirn, Marivelton Barroso, do povo Baré, esteve presente nas discussões, assim como os diretores de referência das cinco coordenadorias da federação: Caimbrn, Caiarnx, Coidi, Diawi´i e Nadzoeri.

    Foto: Adimilson de Andrade – Comunicação/FOIRN


    Os convidados e as lideranças indígenas do Rio Negro falaram sobre os Projetos de Lei que ameaçam os povos indígenas, como o PL 191 e o Marco Temporal, a ação do garimpo ilegal, a necessidade de preservação do território. Mas também foram debatidas estratégias de manutenção e fortalecimento das conquistas dos povos indígenas.

    E a Rede Wayuri de Comunicadores Indígena participou da oficina, entrevistou alguns dos presentes e prepara um podcast sobre o assunto!

  • 40ª Reunião do Conselho Diretor da FOIRN

    40ª Reunião do Conselho Diretor da FOIRN

    Lideranças indígenas se reúnem em conselho para debater e deliberar pautas de interesse das comunidades e povos indígenas do Rio Negro, em São Gabriel da Cachoeira – AM.

    A 40ª Reunião do Conselho Diretor da Foirn foi realizada em São Gabriel da Cachoeira, de 04 a 06 de abril de 2022 na Casa do Saber, a segunda e maior instancia de discussão e deliberação de pautas de interesse das comunidades e povos indígenas do rio negro, lideranças se reuniram para definir e tratas de temas importantes, como os trabalhos da Comissão Fiscal e Planos de trabalhos anual. O evento contou com participação de representantes conselheiros e lideranças de todas as calhas de rios da região de abrangência da Federação, o município de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira.

    A abertura oficial começou na casa dos saberes, onde as pautas foram definidas. Como também foram lembrados os motivos da luta do movimento Indígena, as conquistas, bem como os desafios atuais, motivo pelo qual o movimento indígena do Rio Negro precisa se fortalecer e continuar lutando e defendendo os direitos, como vem fazendo há mais de 34 anos.

    Reunião coordenada pelo coordenador presidente do Conselho Diretor Sr. Carlos Alberto Teixeira Neri. Estiveram presentes Diretoria Executiva da FOIRN, Coordenadores das cinco coordenadorias regionais, conselheiros do Conselho Diretor, jovens da rede de comunicadores indígenas Wayuri, funcionários da FOIRN, representante do Instituto Socioambiental – ISA e Nara Baré coordenadora Executiva da COIAB e demais participantes.

    A jornalista do Instituto Socioambiental – ISA, Juliana Radler , esclareceu a Pauta sobre a  Carta de manifesto contra o PL 191/2020, como está acontecendo nesse tempo de mandato do Governo Bolsonaro é muito difícil entender a Política Indígena no país. A pauta sobre a Mineração/ Garimpo teve o manifesto contra o PL 191/2020 e o conselho se manifesta e aprova o “NÃO À PL191”,

    O professor, liderança e ex-diretor da FOIRN, Maximiliano Menezes lembrou das consequências que a mineração pode trazer dentro das terras indígenas e da importância da participação das lideranças representando a região do rio negro em Brasília – DF no ATL.

    “A maioria dos nossos parentes entendem que a mineração dará muito valor para cada pessoa, mas que na verdade traz várias consequências dentro das terras indígenas, ainda bem que as nossas lideranças estão na luta na 18º Acampamento Terra Livre -ATL em Brasília” reforçou Maximiliano.

    Comissão Fiscal

    Os trabalhos da comissão fiscal do conselho diretor/FOIRN foram realizados e apresentado referente os dois anos de 2021 e 2022

    Balanços e desempenho financeiro e Contábil da FOIRN de janeiro a dezembro, a estrutura organizacional e o Patrimônio Cultural.

    Fundo Indígena do Rio Negro – FIRN

    A execução do FIRN foi apresentada pelo professor Domingos Barreto e destacou como funciona o FIRN, qual a importância do fundo dentro das comunidades indígenas.

    Criação de uma entidade autônoma

    Criação de uma entidade autônoma do DMIRN (Departamento das Mulheres Indígenas do Rio Negro) apresentada por Maria do Rosario Piloto Martins do povo Baniwa os trabalhos realizados pelo departamento com as mulheres associadas, destacou que acontece vários desafios dentro dos trabalhos realizados no meio dos povos indígenas. Maria do Rosario repassou várias propostas de resultados do trabalho do DMIRN.

    Após muitas discussões sobre o assunto demonstrando apoio pelas lideranças ao departamento, foi encaminhado e constituiu-se uma comissão composta das seguintes coordenadorias representadas por Professora Evanilda – DIIAWI, Vanderleia Cardoso -COIDI, Laura Almeida – NADZOERI, Elizangela da Silva – CAIARNIX e Auxiliadora -CAIMBRN para articular e fazer o levantamento da possível estruturação do departamento. A proposta será apresentada na Assembleia Geral da Foirn em novembro.

    Planejamento Integrado FOIRN/ISA

    A representante do ISA, Juliana Radler apresentou os trabalhos realizados na Reunião de planejamento integrado dentro do protocolo de consulta, planejamento conjunto FOIRN/ISA, apresentação de departamentos da FOIRN com coordenadores regionais e equipe técnica de parceiros do Instituto Socioambiental-ISA. Apresentação de conjuntura institucional conforme planejamento interno realizado por ambas instituições.

    Assembleia Eletiva do COIAB

    Nesta XL Reunião do Conselho Diretor da FOIRN também houve a participação e contribuição da coordenadora executiva da COIAB, Nara Baré, a mesma apresentou os nomes de seus colegas de trabalho e como está funcionando os trabalhos da COIAB atualmente. A FOIRN se posiciona em relação a Assembleia Eletiva da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB, e foi  escolhido 6 delegados das regiões de base e 2 membros da diretoria da FOIRN para participar da Assembleia da COIAB

    Educação e Patrimônio Cultural do Alto e Médio Rio Negro

    Departamento de Educação e Patrimônio Cultural do Alto e Médio Rio Negro, foi uma das pautas que foi discutida nesta reunião. Cada coordenadoria fez a sua escolha para assumir no Departamento de Educação e do Patrimônio Cultural, a Sra. Belmira da Silva Melgueiro do povo Baré, foi escolhida e aprovada para assumir o cargo de articuladora do Departamento na FOIRN.

    Foi feito uma breve leitura do documento dos parentes Yanomami sobre o encontro de Educação Escolar e Saúde Indígenas do Território Etneducacional.

    Data para Próxima Reunião do Conselho Diretor

    As deliberações do regimento do Conselho Diretor às datas de realização das atividades durante o ano de 2022 e o local que vai ser realizada a Assembleia Geral da FOIRN, é tratado sobre a oficina de formação do PNAE e fortalecimento das associações do FIRN. A maioria dos conselheiros definiram e aprovaram o local Assembleia Geral da FOIRN será no Município de Santa Isabel do Rio Negro em novembro.

    Segundo as propostas de conselheiros, a próxima Reunião do Conselho Diretor será realizada nos dias 25 à 28 de outubro do corrente ano, porém ainda não há uma data prevista, será definido junto à diretoria da FOIRN.

  • Carta de Manifesto contra PL 191/2020

    Carta de Manifesto contra PL 191/2020

    Na ocasião da sua 40ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) soma forças com os povos indígenas de todo o Brasil que chegam hoje a Brasília para participar do 18° Acampamento Terra Livre (ATL). Esse ano a maior mobilização indígena nacional foca na resistência frente à política genocida do governo federal, que paralisou a demarcação das terras indígenas e desestruturou órgãos de defesa e fiscalização, como Funai, Ibama e ICMBio.

    Com o tema “Retomando o Brasil: Demarcar Territórios e Aldear a Política”, o ATL ocorrerá entre hoje e 14 de abril. O combate ao PL 191/2020, projeto de lei que pretende liberar projetos de grande escala em terra indígena, como mineração e hidrelétricas, é a nossa principal bandeira de luta. Por isso, enviamos a maior delegação de nossa história para Brasília, com 17 lideranças do rio Negro participando da mobilização convocada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

    “Necropolítica bolsonarista”

    Para nós, 23 povos indígenas do rio Negro, esse projeto declara a morte da floresta e dos povos originários, trazendo a degradação ambiental, a opressão e o desrespeito à nossa autodeterminação. Dizemos NÃO a qualquer empreendimento que possa degradar e usurpar nossas terras, nossos modos de vida e cultura. Não queremos que o rio Negro um dia se torne poluído e morto como o rio Doce.

    A partir dos nossos planos de gestão territorial e ambiental (PGTAs), sabemos como queremos desenvolver projetos sustentáveis em nossos territórios demarcados, sempre tendo como princípio o Bem Viver, que depende diretamente do meio ambiente saudável e da saúde das nossas comunidades e dos nossos corpos.

    Lutamos hoje com a mesma força que nossos antepassados defenderam nossos territórios e cultura frente à violência colonial que persiste em nosso país. Que no futuro nossos filhos e netos possam se orgulhar de serem indígenas e de manterem a floresta em pé. A vida no planeta depende diretamente da tomada de consciência frente a maior ameaça que a humanidade já teve que enfrentar, a emergência climática.

    Conselho Diretor FOIRN

    Informações para a imprensa: (97) 9810-44598

  • INAUGURAÇÃO DA SEDE DA FOIRN | Fundada em 30 de Abril de 1987, a FOIRN foi criada para defender os direitos dos povos indígenas que habitam a região do Rio Negro no Amazonas.

    INAUGURAÇÃO DA SEDE DA FOIRN | Fundada em 30 de Abril de 1987, a FOIRN foi criada para defender os direitos dos povos indígenas que habitam a região do Rio Negro no Amazonas.

    A FOIRN é uma associação civil sem fins lucrativos, sem vinculação partidária ou religiosa. Compõe-se de 05 Coordenadorias Regionais que reúnem mais de 90 organizações de base representantes das comunidades distribuídas ao longo dos principais rios afluentes do Rio Negro.

     São mais de 750 comunidades, onde habitam mais de 35 mil indígenas, compreendendo aproximadamente 10% da população indígena do Brasil, pertencentes aos 23 povos étnicos representantes das famílias linguísticas Tukano, Aruak, Nadahup e Yanomami.

    Na região existem as seguintes etnias: Tukano, Desana, Kubeo, Wanana, Tuyuka, Piratapuia, Miriti-tapuia, Arapaso, Karapanã, Bará, Barasana, Siriano, Makuna, Baniwa, Kuripaco, Baré, Werekena, Tariana, Hupda, Yuhupde, Dow, Nadöb e Yanomami.

    ‘’Nesse momento de inauguração prévia da estrutura, estamos utilizando novo espaço, registrar que, ainda temos o anexo para construir e a casa de produtos indígenas do rio negro.  Com isso faremos uma mega inauguração de toda estrutura das novas dependências da Foirn. Em especial registramos também os nossos apoiadores que depois de tantos anos acreditaram e também viram a necessidade, de que a Foirn precisaria não só do apoio nas atividades, mas de uma estrutura física para poder comporta inclusive a equipe de trabalho, por que a estrutura estava condenada e poderia acontecer um acidente.’’ Marivelton Barroso – Povo Baré

  • Em visita ao Rio Negro, secretário da Sesai e Foirn dialogam sobre melhorias na Saúde Indígena

    Em visita ao Rio Negro, secretário da Sesai e Foirn dialogam sobre melhorias na Saúde Indígena

    Comitiva da SESAI visita a sede da FOIRN em São Gabriel da Cachoeira. Foto: Adimilson Andrade/FOIRN

    Robson Santos da Silva, Secretário Especial de Saúde Indígena (SESAI) e comitiva visitaram a Foirn, ontem, 24.03 em São Gabriel da Cachoeira.

    A vista faz parte da agenda do secretário à região do Rio Negro onde está localizado o Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Negro (DSEI-ARN), onde vai participar do Encontro de Conhecedores Indígenas dos povos Tukano e Dessana na comunidade Balaio na BR 307 nos dias 25 e 26/03.

    Na sede da Foirn, secretário recebeu uma carta aberta que reforça as reivindicações feitas pelas comunidades e espaços de discussões sobre a saúde indígena no Rio Negro, que destaca os pontos.

    • instalação de internet nos 25 Polos Base na abrangência do Dsei Alto Rio Negro para melhorar a comunicação dos profissionais de saúde em área com o distrito.
    • ampliação de 200 vagas para Agentes Indígenas de Saúde (AIS) para atender as comunidades que não possuem.
    • Ampliação para 200 vagas de Agente de Endemias para atender em comunidades estratégicas e melhorar o combate do avanço da malária e outras doenças endêmicas dentro das comunidades indígenas.
    • Retomada da contratação de 06 antropólogos indígenas para atuar no DSEI Alto Rio Negro para discussão e organização de protocolos de atendimento respeitando conhecimentos tradicionais indígenas.
    • A SESAI garantir recursos financeiros para implementação de Saneamento Básico em comunidades maiores e distritos para implementação de sistema de tratamento de água para abastecimento em comunidades menores.
    • SESAI garantir recurso financeiros para manutenção e reforma dos Polos Bases que hoje não estão em condições.
    • Construção do plano orçamentário a ser pactuado e implementado entre SESAI/DSEI Alto Rio Negro e Diretoria da FOIRN em 2022.
    • Necessidade de qualificação da atenção à saúde das mulheres na região do Rio Negro – Pré-natal, parto e puerpério, Planejamento Familiar, Saúde mental e prevenção da violência contra as mulheres indígenas ( Reivindicação entregue pelo Departamento das Mulheres Indígenas do Rio Negro).

    Robson Santos disse que como Secretário da SESAI busca com responsabilidade desenvolver e promover ações que melhorem a qualidade do atendimento à Saúde Indígena, e que está ciente que é passageiro no cargo, por isso, procura não apenas no discurso, mas, fazer as ações necessárias. “Somos passageiros e o trabalho vai continuar, posso dizer que temos uma tranquilidade grande de como conseguimos estruturar a SESAI para estar como é hoje. Hoje, procuramos falar e fazer”, disse secretário.

    Secretário da SESAI recebe exemplar da publicação PGTA Wasú. Foto: Eucimar Aires/Foirn

    Sobre o Encontro dos Conhecedores Indígenas, disse que é um evento significativo, é o primeiro de outros encontros que serão realizados em outros distritos. Destacou que o encontro é da comunidade, e a SESAI faz seu papel de apoiar as iniciativas dos povos indígenas que valorizem os conhecimentos tradicionais relacionados à medicina tradicional.

    “A pandemia nos mostrou o valor da medicina tradicional, da espiritualidade e das práticas tradicionais, tanto que a nossa taxa de letalidade não foi alta. Não foi a SESAI, foram os indígenas que foram fundamentais nesse processo”, completa.

    Além do Secretário, faz parte da comitiva o Ernani Souza Gomes – Diretor do Departamento de Atenção à Saúde Indígena da SESAI, acompanhados pelo Auri Santo Antunnes – Coordenador do Dsei Alto Rio Negro, que na visita receberam publicações do PGTA Wasú e PGTAs Regionais e visitaram a Casa de Produtores Indígenas do Rio Negro.