As coordenadorias regional Nadzoeri e Diawii recebem os equipamentos novos para uso no deslocamento e articulação
A Diretoria da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), representada por Janete Alves Desana e Dário Casimiro Baniwa de referencia da coordenadoria regional Nadzoeri (Baniwa e Koripaco), através do projeto *Consolidação da rede de Agentes Indígenas de Manejo Ambiental no âmbito da implementação dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental ( PGTA) das Terras Indígenas do Alto e Médio Rio Negro – através do ISA PRN e tendo como corequerente executora a FOIRN, cujo edital do legado Integrado da Região Amazônica – Lira, IPÊ, MOORE e Fundo Amazônia. Possibilitou a aquisição para repasse de motores de popa e botes novos para os trabalhos de articulação e deslocamento da diretoria das coordenadorias regionais em suas regiões, ainda vão ser entregues os motores das coordenadorias CAIARNX E COIDI.
Marivelton Baré participa da caminhada alusão ao maio laranja e dia Nacional ao combate contra a Violência e Exploração sexual de crianças e adolescentes no município de Santa Isabel do Rio Negro – Am.
O Conselho Tutelar, juntamente com o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e com todo apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social, da Prefeitura Municipal de Santa Isabel do Rio Negro, realizaram na manhã desta quarta-feira (18/05), uma caminhada na cidade, com a finalidade de destacar “O Dia Nacional do Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescente”.
O Diretor Presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn), Marivelton Rodrigues Barroso Baré e os coordenadores do Departamento de Adolescentes e Jovens Indígenas do Rio Negro (Dajirn) Sheine Diana e Elson Kene participam da caminhada alusão ao maio laranja e dia Nacional ao combate contra a Violência e exploração sexual de crianças e adolescentes nesta data de 18 de maio no município de Santa Isabel do Rio Negro.
O objetivo da caminhada foi dar visibilidade ao tema. Os órgãos da Prefeitura de Santa Isabel do Rio Negro com a colaboração dos alunos da rede municipal saíram às 16h em frente a Delegacia do município e percorreram algumas ruas do Centro da cidade, findando em frente a prefeitura municipal.
O dia 18 de maio é Dia Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, instituído pela Lei Federal 9.970, de 2000. A data foi escolhida em alusão ao “Caso Araceli”, a menina que aos 8 anos foi raptada, drogada e violentada física e sexualmente por vários dias, antes de ser morta, ter seu corpo desfigurado por ácido e abandonado em um terreno baldio em Vitória, no Espírito Santo, em um crime que permanece impune.
Nesse dia, em 1973, uma menina capixaba, foi sequestrada, espancada, estuprada, drogada e assassinada numa orgia imensurável. Seu corpo apareceu seis dias depois desfigurados por ácido. Os agressores jamais foram punidos.
O movimento em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, após uma forte mobilização, conquistou a aprovação da Lei Federal 9.970/2000 que instituiu o 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Criança e Adolescente, com o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira e convocá-la para o engajamento pelos direitos de crianças e adolescentes e na luta pelo fim da violência sexual.
|| Cerca de 800 lideranças participaram da Assembleia para discutir o desenvolvimento dos povos indígenas em Roraima.
VII Assembleia Estadual da Juventude de Roraima realizada no Centro Regional Lago Caracaranã, na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, reuniu lideranças para discutir pautas pertinentes às comunidades de diversas etnias cerca de 800 lideranças participando, no período de 12 a 15 de maio de 2022.
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) através do Departamento de Adolescentes e Jovens do Rio Negro (DAJIRN) representados pelos coordenadores Elson Kene Baré e Sheine Diana Baré estiveram participando.
As lideranças da juventude de todas as regiões apresentaram projetos e propostas de aquicultura e agricultura, se tratando de plantação onde defendem a agricultura familiar, porque as sementes enxertadas estão trazendo muitas doenças, poços para criadouros de peixe, e cuidados com os rebanhos que faz parte da sua alimentação do dia a dia.
As lideranças mais antigas repassaram os seus conhecimentos para os jovens, experiências, onde colocaram que a melhor escola é dentro da aldeia, nos ensinamentos de seus avós e pais que ainda continuam a praticar as tradições de danças e rituais. Foi relatado que depois que os jovens saem da aldeia pra estudar não querem mostrar que são indígenas depois que se formam, e fizeram a cobrança de professores indígenas nas escolas para ensinar os seus alunos na língua indígena para voltar e trabalhar com seu próprio povo.
As pautas discutidas foram sobre política do malocão, desenvolvimento, sustentabilidade, empreendedorismo, saúde mental, eleição para a nomeação da nova Coordenação Estadual da Juventude, além de organização de atos contra o garimpo ilegal prestando apoio aos povos indígenas da Terra Indígena Yanomami.
Entre as lideranças estiveram presentes representantes dos povos indígenas Macuxi, Wapichana, Sapará, Taurepang, Warao, Kokoma, Saterêmawe, Baniwa, Kanbeba e Baré, contando também com a participação majoritária de jovens das Regiões Tabaio, Alto Caumé, Murupu, Serra da Lua, Amajari e São Marcos.
Participaram também da assembleia a Deputada Joênia Wapichana, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), Conselho Indigenista Missionário (CIMI), a Hutukara (Associação Yanomami), o Instituto Socioambiental, o Instituto Federal de Roraima (IFRR), o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e o Levante Popular da Juventude.
A VII Assembleia Estadual da Juventude de Roraima foi organizada pelo Conselho Indígena de Roraima (CIR) através do Núcleo da Juventude Indígena, com apoio do Projeto Bem Viver, Instituto Clima e Sociedade e da Embaixada Real da Noruega.
Os representantes da Coordenação Executiva Edinho Batista (Coordenador Geral), Maria Betânia (Secretária de Mulheres) e Enock Taurepang (Vice Coordenador) participaram também da assembleia. As lideranças tradicionais da região estiveram presentes, Jacir Souza um dos símbolos da luta pela demarcação da T.I Raposa Serra do Sol, Clóvis Ambrósio liderança com referência de luta pela saúde diferenciada indígena, Enilton André Coordenador dos professores indígenas de Roraima, Cacique Kretã Kaingang e a Pajé Mariana curandeira, parteira, preservadora da língua e da cultura Macuxi.
Lideranças e moradores da comunidade Jupati solicitam reunião para tratar sobre atividade ilegal de extração de madeira na área da comunidade e na referida Terra Indígena.
No último dia 15 deste mês (domingo), a Federação das Organizações Indígenas do Rio negro (FOIRN) Fundação Nacional do Índio (FUNAI) realizaram uma reunião na comunidade Jupati, a pedido das lideranças e moradores, sobre atividade Ilegal de extração de madeira na área da comunidade dentro da Terra indígena do médio Rio negro, para a comercialização de forma irregular e não autorizada.
A comunidade protestou da falta de fiscalização e proteção no território e que, órgãos de controle possam exercer o seu papel de defender o território e comunidades sendo uma terra indígena e gleba militar.
Mesmo que a extração sustentável de madeira possa ser uma fonte de renda, muitas das vezes a atividade não é feita de acordo com esses padrões. E isso acaba provocando impactos significativos inclusive a desintegração do habitat das espécies da região e a perda dos serviços ecológicos prestados pelas florestas, como a manutenção do Clima e do ciclo hidrológico (ciclo da água).
Apesar de existir leis que autorizem a exploração de madeiras em áreas especificas, a extração ilegal já está bastante expandida no Brasil e em vários países amazônicos.
O Uso de licenças falsas; Corte de qualquer árvore comercialmente valiosa, independentemente de quais árvores sejam protegidas por lei; Corte em quantidades superiores às cotas permitidas por lei; Corte fora de áreas de concessão florestal; Corte dentro unidades de conservação e terras indígenas. Essas são umas das principais ilegalidades em relação a extração de madeira ilegal.
Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia – Imazon, para cada árvore comercial que é retirada, são danificadas outras 27 árvores com mais de 10 cm de diâmetro, são construídos 40 m de estradas e são abertos 600 m² no dossel florestal.
Por tanto a Foirn fará o trabalho em conjunto com a Funai de coibir a situação irregular e ilegal que acontece nesta área pedindo providências e punição ao infrator.
A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), através do departamento de Adolescentes e Jovens Indígenas do Rio Negro (DAJIRN) representados pelos Coordenadores Elson Kene Baré e Sheine Diana Baré, participam a roda de conversa com a equipe do Instituto de Articulação de Juventude da Amazônia – IAJA.
IAJA é uma associação civil de direito privado sem fins lucrativos que atua na defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes na Amazônia Brasileira, fundada em 20 de setembro de 2011. É uma organização liderada por jovens que tem o objetivo de contribuir na perspectiva de vida dos adolescentes e jovens nas áreas social, ambiental e cultural. Visa contribuir na formação dos adolescentes e jovens; no fortalecimento das politicas públicas existentes; na formulação de politicas direcionadas; na criação de iniciativas de preservação ambiental; lutar pela equidade nas relações de gênero, geração e etnia.
O diretor da IAJA Marcos Rodrigues apresentou os trabalhos da Instituição e o histórico do qual o saudoso Délio Dsana fez parte da fundação. A coordenadora de projetos Ana Vitoria que vem desempenhando os trabalhos nas comunidades indígenas, sobre saúde das adolescentes logo após a primeira menstruação. O DAJIRN também apresentou seus objetivos e agendas de trabalho com o intuito de estreitar a parceria.
Os membros do comitê se reuniram no dia 09 de maio na Casa do Saber da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), com o objetivo de decidir, avaliar e planejar o andamento do Projeto Fundo Indígena do Rio Negro (FIRN).
Um belo café da manhã oferecido pela equipe do Firn, e a abertura da reunião inicio- se com as palavras do presidente do Comitê e Diretor presidente da FOIRN, Marivelton Rodrigues Barroso – Baré, houve uma apresentação breve dos membros e convidados presentes, e em seguida passou – se para a apresentação do relatório narrativos da Foirn, apresentação do relatórios financeiros da Foirn, apresentação dos relatórios financeiros e narrativo do ISA e a apreciação e aprovação dos relatórios da Foirn e ISA.
Tendo em vista que, a Firn foi criado para financiar projetos e iniciativas desenvolvidas durante a elaboração dos planos de Gestão Territorial e Ambiental. As atividades realizadas neste período de um ano e um mês de execução do projeto, segundo o relatório narrativo do Firn, o impacto do progresso do projeto foi promover e fortalecer as comunidades através da rede de Associações da FOIRN, os conhecimentos e as praticas dos povos indígenas, garantindo oportunidades para que possam implementar ações locais. Ações de preservação de diversidade natural e do uso sustentável da floresta valorizadas em seus aspectos econômicos, ambientais e socioculturais, fortalecendo organizações indígenas da região no rio negro.
A implementação do Firn começou oficialmente em março de 2021, tendo as atividades da Equipe de Gestão Executiva iniciada em maio do mesmo ano, quando a equipe foi contratada e começou a operar na FOIRN. O comitê é composta por 10 (dez) membros: Marivelton Rodrigues- Diretor presidente Foirn; Nildo Fontes – Diretor Vice Presidente da Foirn; Janete Alves – Diretora Foirn; Adão Francisco – Diretor Foirn; Dario Casimiro – Diretor Foirn; Maria do Rosário- coordenadora do DMIRN; Elson Kene – coordenador DAJIRN ; Aloisio Cabalzar – ISA; Auxiliadora Fernandes – Presidente da Comissão Fiscal CD/ FOIRN e Justino Sarmento – REPAM; Portando nesta reunião, na ausência do Elson Kene que está em viagem participando de uma outra atividade o qual foi convidado, a Gleice Maia – Coordenadora do DAJIRN se fez presente. Nesta reunião também foram convidadas as coordenadoras do departamento Financeiro e Comunicação da FOIRN e o Administrador do ISA.
Mais uma importante etapa em que a Foirn avança no apoio com a maior inclusão de estudantes indígenas nos cursos de graduação da Ufscar e Unicamp.
Nesta manhã de segunda feira (09/05), a diretoria executiva da Federação das Organizações Indígenas Rio Negro (FOIRN) reuniu – se com os estudantes aprovados referente o ultimo edital da Universidade Federal de São Carlos, do estado de São Paulo, o qual a prova foi aplicado no dia 25 de Março neste município. Este ano foi a primeira vez que o vestibular foi realizado de forma conjunta entre UFSCar e Universidade de Campinas.
Os mesmos estão recebendo apoio logístico do Fundo de apoio comunitário de contribuição da FOIRN para o deslocamento à Universidade.
Diante da crescente demanda, representando as reivindicações da juventude rionegrina, após muitos anos de luta a Foirn através dos Departamentos de Educação e de Adolescentes e Jovens Indígenas do Rio Negro (DAJIRN) , protocolaram em fevereiro do ano de 2017 um abaixo assinado com mais de 300 assinaturas, lida e aprovada durante a Reunião do Conselho Diretor naquele ano. O documento foi direcionado para instituições de ensino superior reivindicando a adequação das políticas de acesso e permanência de estudantes indígenas nas universidades, entre estas instituições a Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). Acesse aquihttps://wordpress.com/post/foirn.blog/5873
O Podáali – Fundo Indígena da Amazônia Brasileira é uma conquista do Movimento Indígena Amazônico
Valeria Paye e Marivelton Rodrigues Baré. Foto: Reprodução
O Diretor presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) Marivelton Rodrigues Baré e a Coordenadora do Departamento negócios socioambientais da Foirn, Luciane Lima, no dia 04/05 estiveram em reunião com a Valeria Paye, Diretora Executiva do fundo Podáali. Foi um momento de troca de experiências sobre os processos de construção de fundos e o lançamento do primeiro edital do fundo Rio Negro, que conta com o apoio direto da Embaixada da Real da Noruega e tem fortalecimento da gestão pautado.
Para saber mais informações sobre o Fundo Rio Negro, acesse este link https:
O Podáali – Fundo Indígena da Amazônia Brasileira, uma construção e conquista do Movimento Indígena Amazônico, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), foi criado com o propósito de apoiar planos e projetos de vida dos povos, comunidades e organizações indígenas, que reforcem a autodeterminação e protagonismo, valorizem as culturas e modos de vida, fortaleçam a sustentabilidade e promovam a gestão autônoma de territórios e recursos naturais. Podáali, na língua do povo Baniwa do tronco linguístico Aruak, significa “doar sem querer receber nada em troca”. É sinônimo de celebração, reciprocidade e promoção da sustentabilidade para o bem viver dos povos indígenas.
O Presidente da Foirn também é membro do Conselho Deliberativo do Fundo Podáali, que junto com outras 10 lideranças amazônicas, constroem o fortalecimento do Podáali. As lideranças à frente das organizações reforçam a importância do fortalecimento da gestão e segurança para os fundos e também das suas equipes técnicas de trabalhos, para que possam cumprir o objetivo que é chegar ao financiamento das Associações de base para desenvolverem ações nas suas comunidades nos territórios indígenas ao qual têm abrangência destes fundos!
Diretor de Divisão e Atenção da Saúde Indígena da Sesai/MS, Ernani Gomes e Diretor presidente da Foirn Marivelton Baré. Foto: Reprodução
O Diretor presidente da Foirn Marivelton Baré, juntamente com a Coordenadora do Departamento de Negócios Socioambientais Luciane Lima, reuniu-se na tarde do dia 04/05 com o Diretor de Divisão e Atenção da Saúde Indígena da Sesai/MS, Ernani Gomes, ele é responsável pelas atividades de atenção primária nos territórios indígenas, por meio da atenção básica, da educação em saúde e da articulação Interfederativa, ou seja, articulação com os demais gestores do SUS para provimento das ações complementares e especializadas. A atenção integral à saúde indígena é composta por um conjunto de ações para a implementação da Atenção Primária à Saúde nos territórios indígenas. Estas ações visam promover a proteção, a promoção e a recuperação da saúde desses povos de maneira participativa e diferenciada, respeitando-se as especificidades epidemiológicas e socioculturais dos povos indígenas e articulando saberes no âmbito da atenção.
Coordenadora do Departamento de Negócios Socioambientais Luciane Lima, Ernani Gomes e Marivelton Baré. Foto: Reprodução
Além disso, contempla também as ações de articulação com os serviços de média e alta complexidade de modo a atender integralmente as necessidades de saúde dos povos indígenas, assim como o apoio para o acesso desses povos à referida rede de serviços, o mesmo foi também coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Negro – DSEI/ARN, ele que estruturou o funcionamento e restabeleceu o atendimento e funcionamento dos 25 polos bases de saúde.
No momento oportuno foi dialogo sobre as demandas e prioridades que a região precisa e a continuidade dos serviços e apoio as comunidades indígenas do Rio Negro que compreende a área territorial dos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio negro e Barcelos. E em conjunto com a FOIRN na época de altas da pandemia tiveram uma parceria inédita de poder atuar em conjunto com as instituições atuantes no rio negro para enfretamento da pandemia de covid 19 neste território.